EVRAZ fecha venda de trilhos para o Brasil

A EVRAZ, empresa russa de fabricação de trilhos, celebrou seus dois primeiros contratos no Brasil. Tratam-se dos dois primeiros negócios da empresa em toda América Latina.

Um deles será o fornecimento de 4 mil toneladas de trilhos para, um novo trecho de aproximadamente 30 km que vai ligar uma fábrica de celulose à malha da ALL, a construtora responsável pela obra é a TIISA | Infraestrutura e Investimentos S.A. O tipo de trilho escolhido é o de perfil europeu 60E1, de alta resistência e cabeça endurecida. “Nós examinamos trilhos laminados e podemos provar que estes correspondem na íntegra às especificações declaradas”, ressaltou Joubert Lansoni da Silva, consultor da ALL

O outro contrato será para o fornecimento de trilhos à BR Railparts, sediada em Curitiba. Serão trezentas toneladas de trilhos para a fabricação de AMVs (Aparelhos de Mudança de Via). O tipo de trilho, neste caso, será o 60E2, também de cabeça endurecida e alta resistência.

A EVRAZ é a maior fornecedora de  trilhos da Rússia e da América do Norte, além de ter clientes na Europa, Oriente Médio e Sudeste Asiático. Sua presença na América Latina ainda é restrita, e por isso, a empresa tem voltando suas atenções ao mercado brasileiro. Para isso, nomeou um representante local – a Cisa Trading para expandir seus negócios na região.

Fonte: Revista Ferroviária, 30/01/2015

Metrô do Rio diz que linhas estarão prontas antes das Olimpíadas

Diferente do que foi noticiado nesta quarta-feira, 28, por alguns veículos de comunicação, a assessoria de imprensa da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro afirmou que linhas estarão prontas antes do jogos olímpicos. Confira nota oficial:

“A Linha 4 do Metrô entra em operação no primeiro semestre de 2016, quando estarão funcionando as estações Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, São Conrado e Jardim Oceânico. Em julho de 2016, começa a operação comercial da nova linha – ou seja, antes do início dos Jogos Olímpicos a ligação metroviária entre Ipanema e a Barra da Tijuca estará à disposição dos passageiros, funcionando nos mesmos horários das demais linhas do metrô.

Um mês antes do início da operação comercial, em junho de 2016, a Linha 4 do Metrô estará aberta aos usuários em operação assistida, fora do horário de pico e com intervalos maiores no fluxo dos trens, para que os últimos ajustes operacionais sejam realizados. Então, em julho de 2016, começa a operação comercial, funcionando nos mesmos horários das demais linhas do metrô.

A Estação Gávea teve o projeto alterado para ampliar a possibilidade de futuras expansões da malha metroviária do Rio e será inaugurada em dezembro de 2016 – como noticiado no jornal O Globo em 09 de novembro de 2013. Esta alteração não gera qualquer impacto na operação do metrô durante as Olimpíadas e traz benefícios à população do Rio de Janeiro com a flexibilização do sistema para futuras expansões.

Está incorreta também a informação de que “o cronograma da obra foi comprometido” por causa do vazamento de polímero ocorrido na Rua Barão da Torre, em Ipanema, no dia 12 de janeiro de 2015. O vazamento não impactou na operação do ‘Tatuzão’, que seguiu escavando normalmente, sem qualquer interferência. Também se manteve na normalidade as atividades em todas as demais frentes de obra, como a construção das estações e do túnel no trecho entre a Barra da Tijuca e a Gávea.

A Linha 4 do Metrô é a maior obra de infraestrutura urbana da América Latina e o maior legado em transporte para a população do Rio de Janeiro. Trata-se de um projeto do Governo do Estado do Rio de Janeiro e sua implantação é de responsabilidade da Concessionária Rio Barra”.

 

Fonte: Ass. de Imprensa / Metrô RJ, 29/01/2015

 

Vagões da Linha 4 do Metrô são transportados por vias do Centro

RIO — Foram transportados, na madrugada desta quarta-feira, os seis vagões da primeira composição da Linha 4 do metrô, que farão o trajeto Barra da Tijuca-Ipanema. Cobertos, os carros foram levados por caminhões, em comboio, por volta de 1h, da Zona Portuária até a entrada do Metrô Rio, na Avenida Presidente Vargas, no Centro.

Durante o deslocamento, agentes da prefeitura foram interditando trechos de ruas para a passagem dos vagões. Com os fechamentos temporários, o tráfego ficou intenso em alguns pontos, mas a operação ocorreu sem transtornos.

Após deixar o porto, o comboio partiu pela Avenida Rio de Janeiro e seguiu no contrafluxo da Avenida Rodrigues Alves até chegar à Avenida Francisco Bicalho. Depois, passou pelas ruas Comandante Garcia Pires, Santo Cristo, Cordeiro da Graça, Equador e Via Binário do Porto. De lá, acessaram a Avenida Venezuela, Praça Mauá e as avenidas Rio Branco e Presidente Vargas. Nesta última, seguiu pela pista central, no sentido Praça da Bandeira, até a altura da Rua de Santana, onde terminaram o trajeto pela pista lateral.

O primeiro dos 15 novos trens da Linha 4 do metrô, cuja previsão de inauguração é em 2016, desembarcou nesta terça-feira no Rio. Segundo a Secretaria municipal de Transportes, a composição, que conta com seis carros, é parecida com outras compradas recentemente para atenderem ao sistema metroviário. De acordo com o planejamento, antes que a nova linha seja inaugurada, o trem passará por testes nas linhas 1 e 2.

Em 5 de fevereiro, o novo trem da Linha 4 do Metrô será apresentado pelo governador Luiz Fernando Pezão e o secretário estadual de Transportes Carlos Roberto Osorio, no pátio de manutenção do Metrô Rio, no Centro. ” A chegada do primeiro novo trem marca uma nova etapa do projeto da Linha 4 do metrô. De agora até o final do ano, serão recebidos todos os novos trens que, a exemplo deste primeiro também, serão testados no sistema”, disse o secretário, em nota.

Fonte: O Globo online, 29/01/2015

 

Justiça pede bloqueio de R$ 7,5 mi de estatal

A Justiça Federal determinou o bloqueio de mais de R$ 7,5 milhões da Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes, que seriam repassados a empresas acusadas de superfaturamento em obras da Ferrovia Norte-Sul.

A decisão liminar (provisória), da 4ª Vara de Goiás, foi motivada por inquérito da Polícia Federal que identificou sobrepreço de mais de R$ 30 milhões na execução do trecho entre os municípios de Ouro Verde (GO) e Estrela do Oeste (SP), sob responsabilidade das construtoras Aterpa e Ebate. O valor se refere a quantias já pagas.

A investigação apontou que houve itens cujo acréscimo em relação ao preço de mercado foi mais de 50%. Em alguns casos, aditivos a serviços foram acrescidos em 3.754% ao contrato original.

Uma terceira empresa responsável pela fiscalização das obras, a Ecoplan Engenharia, é citada no processo por ter elaborado relatórios que confirmavam supostos dados fraudulentos informados pelas empreiteiras.

A ação foi ajuizada pelo Ministério Público Federal, que pede, além do bloqueio, a condenação das empresas a penas previstas na Lei Anticorrupção e ressarcimento das quantias já pagas.

Para a Procuradoria, a Ecoplan também deve devolver os R$ 33 milhões recebidos como remuneração de contrato, por ter “propiciado o enriquecimento ilícito” das construtoras.

O consórcio Aterpa-Ebate informou, por meio de nota, que não foi notificado e que “tomará as medidas cabíveis” para sua defesa na Justiça Federal de Goiás.

A Folha não conseguiu localizar representantes da Valec e a Ecoplan até a publicação desta reportagem.

Fonte: Folha de S. Paulo, 29/01/2015

Primeiro trem que circulará na Linha 4 do metrô chega ao Rio

Chegou nesta terça-feira (27) ao Rio o primeiro trem da Linha 4 do Metrô Rio, que vai ligar a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, até Ipanema, na Zona Sul. Ao todo, serão 15 novas composições no segmento, que tem previsão de ser inaugurado no primeiro semestre de 2016. Segundo o governo, todos os trens são importados e devem chegar ao Rio até o fim do ano. O metrô não informou quanto custou cada composição.

De acordo com o planejamento, o novo trem será utilizado nas linhas 1 e 2, até que a Linha 4 seja inaugurada. A composição será apresentada à população pelo governador Luiz Fernando Pezão e pelo secretário de Estado de Transportes, Carlos Roberto Osório, no dia 5 de fevereiro, no pátio de manutenção de Metrô Rio, no Centro da cidade.
Depois de anunciar que não haverá atraso na inauguração, o governo admitiu que a estação da Gávea só ficará pronta em dezembro de 2016, seis meses após o previsto e, portanto, depois das Olimpíadas.
No último dia 13, Osório afirmou ao RJTV que as obras estavam dentro do prazo. “Nós estamos acompanhando, passo a passo, diariamente a evolução do Tatuzão, para garantir o cronograma de obras. Esta obra tem que ficar pronta no primeiro semestre de 2016”, disse.
O argumento usado pelo governo para explicar o atraso já foi usado outras vezes em agosto de 2013. A concessionária alterou o projeto da estação da Gávea. As plataformas não serão mais em dois níveis. Terá apenas um nível, mas foi mantida a
decisão de construir dois túneis, ligados à Barra e ao Leblon, para que não haja obstrução da linha.

Fonte: G1, 27/01/2015

Defeito de trem causa atraso em ramais da SuperVia

RIO – Um trem que seguia da Central do Brasil para Japeri teve a viagem interrompida, na manhã desta quarta-feira, após apresentar defeito no equipamento que liga a composição à rede aérea na saía da estação do Engenho de Dentro. Segundo a SuperVia, os passageiros forçaram a abertura das portas e desembarcaram irregularmente na via.

Devido ao problema, técnicos da concessionária fizeram reparos na rede aérea. No trecho entre as estações Maracanã e Piedade, os trens circulam por apenas uma linha, deixando os intervalos irregulares nos ramais de Japeri, Deodoro e Santa Cruz. Ainda de acordo com a SuperVia, os passageiros estão sendo avisados da situação por meio do sistema de áudio dos trens e das estações.
Fonte: O Globo online, 28/01/2015

Serra Verde anuncia rota marítima e ferroviária entre Paraná e SP

O empresário Adonai Aires de Arruda, diretor-presidente da Higi Serv S/A, holding detentora da Serra Verde Express, recebeu, para almoço ontem (26/1), uma comitiva de autoridades do Paraná e de São Paulo. O encontro, realizado em Morretes (PR), marca o anúncio de parceria e a apresentação de um ousado e pioneiro projeto de integração turística entre os litorais dos dois Estados. Previsto para entrar em testes operacionais em 60 dias, o programa, complementado por rota ferroviária, prevê ligação marítima por meio do Catamarã Maratayama, que sai de Ilha Comprida, em São Paulo, e chega a Antonina, no Paraná, passando por algumas das mais exuberantes praias do sul paulista como Ilha do Cardoso, em Cananeia.

Idealizado pelo prefeito da Estância Balneária de Ilha Comprida, Décio José Ventura, o programa está previsto para entrar em testes operacionais nos próximos 60 dias. “Esta viagem tem o objetivo de ajustar as últimas especificações técnicas desta tão sonhada integração turística marítima”, diz o prefeito Ventura. Adquirido com recursos próprios da prefeitura a partir de investimentos de R$ 3 milhões (aí inseridos, além da aquisição, treinamento e operacionalização da embarcação), o catamarã de luxo, primeira embarcação turística deste porte do Estado, viaja a uma velocidade média de 42 km/hora. Com 18 metros de comprimento, tem capacidade para 76 passageiros e conta com ar condicionado, poltronas especiais, TVs de led, serviço de bar, som ambiente e espaços exclusivos no piso superior para observação das paisagens.

“Para nós é uma honra integrar este projeto, cujo roteiro é desenvolvido no maior conglomerado populacional da América do Sul, com 27 milhões de turistas em potencial, o que representa um significativo vetor de desenvolvimento, geração de renda e emprego para as comunidades tradicionais dos dois litorais”, diz Adonai Aires de Arruda. O encontro contará, ainda, com a presença do Secretário de Estado de Turismo de São Paulo, Roberto de Lucena; do Vice-Governador de São Paulo, Márcio França; do Secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho; do secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral, Silvio Magalhães Barros;  dos Prefeitos  de Morretes, Antonina e Paranaguá,  Helder Teófilo dos Santos, João Ubirajara Lopes e Edison de Oliveira Kersten, respectivamente; Deise Bezerra e Ari Talamine, assessores da Paraná Turismo, autarquia estadual vinculada à Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo;  além de Décio José Ventura e Adonai Aires de Arruda.

Fonte: Mercado e Eventos, 26/01/2015

Em 2 anos, Transnordestina avançou 5%

O novo contrato de concessão da ferrovia Transnordestina completou um ano na quinta-feira, mesma data em que venceu o primeiro prazo estipulado no documento: a entrega de 163 km entre as cidades de Salgueiro (PE) e Trindade (PE). As versões sobre a conclusão deste trecho atestam o imbróglio que se formou em torno do projeto. Enquanto as prefeituras das duas cidades negam a entrega, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), dona da obra, a confirma. Já a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela fiscalização do contrato, não sabe informar se o trecho foi ou não concluído.

O desencontro de informações é um detalhe no rocambolesco enredo da ferrovia, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Um levantamento feito pelo Valor com base em relatórios do PAC mostra que nos últimos dois anos a Transnordestina avançou apenas 60 km, o que representa pouco mais de 5% de evolução nas obras. O dado considera uma média entre o percentual de execução de cada etapa da obra, que é dividida em infraestrutura (terraplenagem), superestrutura (trilhos e dormentes) e obras de arte especiais (pontes e viadutos).

Elaborado em setembro de 2013, o novo contrato tinha o objetivo de dar celeridade à obra, que começou em 2006 com a promessa de durar quatro anos. Pelo acerto, o custo passou de R$ 4,5 bilhões para R$ 7,5 bilhões. O prazo para conclusão foi estendido para o final de 2016, com cláusulas para penalizar novos atrasos.

O primeiro prazo passível de multa previa a entrega do trecho entre Salgueiro e Trindade, que na ocasião da assinatura do contrato já estava com 82% de execução. Mesmo assim, o prefeito de Trindade, Everton Costa (PR), garante que o trabalho não foi concluído. “Ninguém aparece aqui desde agosto do ano passado. Falta pouca coisa, mas a obra não acabou”, diz. Na outra ponta, o argumento é o mesmo. “Ainda há coisa pra fazer e a obra está abandonada”, diz o secretário de Desenvolvimento de Salgueiro, Clériston Nascimento.

Questionada, a CSN informou que o trecho foi finalizado, mas não soube precisar a data. Já a ANTT – responsável por averiguar o cumprimento dos prazos estabelecidos – informou que ainda vai enviar técnicos ao local para averiguar o estado das obras.
Após atingir o pico no fim de 2010, com mais de 10 mil operários, o projeto declinou em 2013, quando a Odebrecht, então responsável pela obra, começou a sofrer com a falta de pagamentos por parte da CSN. O problema se agravou e em setembro daquele ano o contrato foi rompido.

“A obra desandou com a saída da Odebrecht”, relata o secretário Nascimento, que trabalhou para a empreiteira antes de assumir o posto da Prefeitura de Salgueiro. Desde então, a CSN teve dificuldade para atrair outras empreiteiras para a ferrovia. Atualmente, a Transnordestina é tocada por construtoras menores. São elas: Via Magna, Civilport, Marquise, Sumont, Ancar e Demas.
Apesar da letargia nas obras, a CSN garante que tudo está no prazo. De acordo com a empresa, atualmente 4,5 mil operários trabalham na estrada de ferro, que pretende ligar o município de Eliseu Martins (PI) aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). A CSN insiste que a ferrovia será entregue no fim de 2016, prazo que nem mesmo o governo confia. De acordo com o último balanço do PAC, a previsão de conclusão é janeiro de 2017.

Fonte: Valor Econômico, 27/01/2015

VLI conclui um dos maiores projetos de registro ferroviário já feitos no Brasil

A VLI agora dispõe de uma nova plataforma que reúne dados geográficos detalhados da área de influência da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), ativo controlado pela empresa de logística. Foram concluídos neste mês os trabalhos de captura e processamento das imagens de satélite dos 22 mil quilômetros quadrados (km²) contemplados pelo projeto. A ferramenta poderá ser utilizada em diversas frentes de trabalho dentro da companhia, tornando ainda mais eficiente, por exemplo, as análises referentes à segurança operacional na malha.

Os dados geográficos foram disponibilizados em uma plataforma chamada SIGA (Sistema Integrado de Gestão Ambiental). Foram mapeados territórios dentro das extensões de 1,5 km à esquerda e à direita da FCA, que passa por sete estados (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Maranhão e Goiás) e Distrito Federal. As imagens de satélite em alta resolução cobrem uma área equivalente a quase 15 vezes o tamanho da capital paulista, possibilitando que o projeto seja apontado como um dos maiores registros ferroviários já realizados no Brasil.

O SIGA disponibiliza informações como o mapeamento do uso do solo, da hidrografia, das passagens níveis e de áreas de preservação permanente. As imagens permitem a visualização de objetos com até 50 centímetros posicionados sobre a superfície terrestre, possibilitando uma análise detalhada da área de influência da FCA. Empregados de todas as áreas da companhia já podem consultar os registros na execução de tarefas diárias relativas à malha ferroviária.

“Antes era preciso recorrer a bases de dados bastante genéricas e sujeitas a erros. O SIGA proporciona o acesso a informações específicas sobre a ferrovia, englobando observações mais complexas, por exemplo, quanto aos recursos naturais existentes nesses territórios e às estruturas de transposição dos trilhos”, explica o gerente de segurança e meio ambiente da VLI, Marcelo Augusto Ferreira.

A plataforma será atualizada continuamente com dados referentes à FCA, destacando, por exemplo, informações como a realização de obras em pátios ferroviários e a existência de novas construções perto da linha. As referências geradas contribuirão para uma gestão operacional, ambiental e de segurança mais eficaz, já que com a ferramenta será possível antecipar situações de risco e também planejar ações preventivas.

O programa foi desenvolvido, inicialmente, para cumprir uma condicionante da licença de operação da FCA, que exigia o imageamento e o controle das áreas próximas às operações na malha. A VLI foi além e a nova plataforma não só cumpre as indicações, como também oferece soluções de gestão espacial para outros projetos da empresa.

A empresa investiu nas etapas do projeto um montante total de aproximadamente R$ 2 milhões. Representantes do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) já possuem acesso ao SIGA pela internet.

Fonte: Revista Ferroviária, 27/01/2015