Sistema de Gerenciamento de Segurança e Saúde do Trabalho é tema de debate

A Associação de Engenheiros Ferroviários (AENFER), a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e a Federação das Associações de Engenheiros Ferroviários (FAEF) realizarão debate sobre:

 

Sistema de Gerenciamento de Segurança e Saúde do Trabalho (SGSST)

 

Presidente da mesa debatedora: Engº de Segurança do Trabalho da CENTRAL Carlos Pinto Cavalheiro

 

Abertura da mesa debatedora:

Secretário de Transportes do Rio de Janeiro: Carlos Osório

Presidente da CENTRAL: Roberto M. da Costa Neto

Presidente da RioTrilhos: Tatiana Carius

Presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia e Segurança – SOBES: Luiz Alexandre Mosca Cunha

Secretário da SOBES:Jaques Sherique

Diretor da SuperVia: Oberlan Calçada

Gerente de QSMS da SuperVia: Weyder Silva

Presidente do CREA-RJ: Reynaldo Barros (a confirmar)

Presidente do Senge-RJ: Olímpio Alves dos Santos (a confirmar)

 

Participação do engenheiro de Segurança do Trabalho e professor Celso Atienza e do advogado, engenheiro do Trabalho e assessor do liquidante do Metrô Oswaldo Henrique de Souza Neves que falará sobre:

 

Responsabilidade Civil

 

 

 

Dia: 03 de setembro de 2015

Horário: 14 horas.

Local: Prédio da Secretaria de Transportes do Estado do Rio de Janeiro – Av. Nossa Senhora de Copacabana,  493 – Auditório – 4º andar – Rio de Janeiro

Entra em funcionamento o 80º trem chinês

A reforma de sete estações da Supervia — seis delas que darão acesso aos locais de evento das Olimpíadas — vai triplicar a capacidade de passageiros até abril de 2016. De acordo com a secretaria de Transporte, o número de passageiros deve pular de 105 mil por dia para 300 mil. A maior ampliação será em Engenho de Dentro, onde a construção de um mezanino vai permitir que a capacidade da estação salte de 15 mil para 80 mil pessoas por dia. Além disso, haverá integração com outros modais, como o metrô e o BRT Transolímpico.

As três outras estações que atendem ao Complexo Olímpico de Deodoro, Vila Militar, Magalhães Bastos e Ricardo de Albuquerque, vão poder receber 20 mil passageiros por dia – hoje são apenas 5 mil. A estação de Madureira, apesar de não atender aos Jogos Olímpicos, também está sendo reformada e ganhará uma conexão com o terminal do BRT Transcarioca no bairro. A capacidade da estação já passou de 20 mil para 40 mil passageiros por dia. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, durante a apresentação do balanço da reforma.

De acordo com o secretário de Transportes Carlos Roberto Osorio, a ampliação das estações vai ser um legado para o carioca e o fluminense, e faz parte da meta de ter um milhão de passageiros na Supervia até 2018. Atualmente, são pouco menos de 700 mil. Osorio aproveitou para comemorar a entrada em circulação do 80º trem importado da China.

— Com esse, temos cem trens novos. Eles trazem conforto e comodidade ao passageiro e maior eficiência, já que os novos quebram menos. E ainda há 32 trens para chegar. Vinte deles vem da China e chegam até as Olimpíadas. Os outros 12, que serão produzidos no Brasil, chegam até o final do ano que vem — disse Osorio.

O presidente da Supervia, Carlos José Cunha, fez coro com o secretário:

— O uso de trens está crescendo 10% ao ano. É o modal que mais cresce no país. Enquanto barcas e ônibus perdem clientes, nós crescemos. É a resposta do passageiro à melhora do sistema. Os intervalos entre composições, que eram de cerca de 18 minutos, hoje são de 7 minutos.

PASSAGEIROS PEDEM MAIS SEGURANÇA

A vendedora Fernanda Pacheco, de 22 anos, pediu mais segurança para os passageiros da SuperVia. Segundo ela, os assaltos são constantes.

— O trem novo é bom, mas queremos mais melhorias. Os piores problemas são os trens lotados e os assaltos que ocorrem todos os dias, principalmente nos ramais Gramacho e Santa Cruz —afirmou Fernanda.

O secretário Osorio reconheceu que o efetivo policial não é suficiente para patrulhar 102 estações e 270 quilômetros de trilhos.

— Antigamente a gente tinha o Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que acabou. Hoje, temos o Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer), com 90 policiais, mas isso ainda é pouco. Queremos aumentar o efetivo de PMs, pois os seguranças da Supervia trabalham desarmados — afirmou o secretário.

Acostumado com os trens velhos que rodam no Ramal de Japeri, o administrador de empresas José Luiz Fernandes, de 50 anos, quer ver mais composições novas.

— Este trem está maravilhoso, mas eu queria saber o motivo de os veículos novos estarem concentrados em poucos ramais. No Ramal Japeri só pego trem antigo — reclamou.

A Supervia informou que os trens novos circulam em todos os ramais.

Fonte: O Globo, 31/08/2015

SuperVia terá planejamento especial para jogo do Botafogo, no Engenhão

A SuperVia terá planejamento especial para atender os torcedores após a partida entre Botafogo e Atlético-GO, que acontecerá amanhã (01/09), a partir das 21h30, no Engenhão. Ao término do jogo pela série B do Campeonato Brasileiro, a concessionária irá realizar três viagens extras, com seis mil lugares adicionais, partindo da estação Engenho de Dentro. As composições, todas equipadas com ar-condicionado, terão como destino as estações Japeri, Santa Cruz e Central do Brasil.

 

Para a ida ao estádio, os torcedores podem planejar suas viagens, consultando os intervalos e horários dos ramais no aplicativo e no site da concessionária (www.supervia.com.br), ou por meio do SuperVia Fone, no nmero 0800.726.9494 (24 horas por dia).

Fonte: SuperVia, 30/08/2015

19/08/2015 – Estrada de Ferro Fazenda Mato Alto

No dia 19 de agosto de 2015 foi realizada uma visita técnica a Estrada de Ferro Fazenda Mato Alto em Guaratiba (RJ) com a participação do diretor Cultural e de Preservação Ferroviária Helio Suêvo, representantes do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro, diretor da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária – AFPF, representantes da prefeitura de Miguel Pereira e do diretor-presidente da Estrada de Ferro Corcovado – EFC Sávio Neves.

 

Os engenheiros Luiz Antônio Cosenza e o diretor da Aenfer Helio Suêvo e a secretária da Academia Ferroviária de Letras Sandra Lopes estiveram na visita

 

A fazenda dispõe de 4 locomotivas a vapor e pequeno porte que faz um percurso de 4km de extensão. Durante a visita, toda a comitiva conferiu o passeio de trem, conhecendo o local e sua estrutura.

 

 

 

 

Trem do Corcovado, o passeio turístico mais antigo do país

Agora que você desembarcou do Trem das Montanhas Capixabas, com sua paisagem serrana, dê um pulinho ao Rio de Janeiro e siga pela Estrada de Ferro do Corcovado, o passeio turístico sobre trilhos mais antigo do Brasil. A linha férrea, inaugurada em 1884 pelo imperador dom Pedro II, passa pelo Parque Nacional da Tijuca, fragmento de mata atlântica com 39,51 quilômetros quadrados.

O trajeto de 3,824 quilômetros de extensão dura 20 minutos, da Estação do Cosme Velho até o alto do Corcovado, a uma altitude de 710 metros. A velocidade de 15 quilômetros por hora na subida e 12 km/h na descida é um convite a apreciar a floresta, aproveitando o ar puro e a temperatura amena, e um contraste com o cenário urbano da capital fluminense. O passeio para visitante custa R$ 62, na alta temporada.

 

O Trem do Corcovado está em atividade desde 1917, mas a máquina a vapor do século 19 foi substituída por uma locomotiva elétrica, que não polui o ambiente. A ferrovia leva cerca de um milhão de pessoas por ano aos pés do Cristo Redentor, monumento inaugurado em 1931 e considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

“Todas as peças para a montagem do Cristo foram transportadas na ferrovia, por quatro anos, a partir de 1927”, diz Ricardo Pina, relações públicas do Trem do Corcovado, empresa privada que gerencia o serviço. Santos Dumont, o célebre aviador, pedia para “pilotar” a máquina quando fazia o trajeto até a Estação Paineiras, continua.

A ferrovia que no passado conduziu reis e príncipes encantou o servidor público federal de Vitória (ES), Luciano Marinato, em visita ao Morro do Corcovado. “Um passeio lindo, fiz questão de vir de trem, embora a Van fosse mais barata. Quis mostrar a paisagem às minhas filhas, sentir a natureza. A gente não veria isso de carro”, observa.

Para os visitantes, passear de trem, é uma maneira divertida de viajar pelo País. Mais do que isso, é também uma forma de preservar o patrimônio ferroviário brasileiro, diz o coordenador nacional do Projeto Trem é Turismo, Luiz Carlos Barboza.

O projeto é uma parceria da Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais (Abottc) com o Sebrae, para fortalecer destinos turísticos sobre trilhos. “A ideia é, também, apoiar empreendimentos no entorno das estações, como guias de turismo, hotéis, pousadas, restaurantes e pequenas empresas”, explica o coordenador do programa pelo Sebrae, Geraldo Costa.

Fonte: Jornal do Commércio (PE), 31/08/2015

ABIFER na mídia: Evair de Melo lidera frente parlamentar de ferrovias

A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Implantação da EF 354 (Ferrovia Transcontinental) e EF 118 (Vitória-Rio) foi lançada na tarde desta quinta-feira (27), na Câmara Federal pelo presidente, deputado Evair de Melo (PV-ES). Dentre os principais desafios pautados estão: a necessidade de sistematização de modelo de concessão, de implementação de portos, a questão alfandegária, dentre outros que determinarão a agenda das próximas atividades da comissão. O objetivo da Frente é defender as ferrovias e auxiliar o Governo Federal no estudo da implantação e no marco regulatório do Sistema Ferroviário Nacional. O Congresso Nacional vai acompanhar a evolução dos projetos e a criação do modelo de concessões para as novas ferrovias.

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), que também é membro da Comissão de infraestrutura do Senado, destacou que as obras movimentam toda cadeia de obras no país, e que o governo precisa entender que não dá para fazer sozinho. “Precisamos sistematizar as parcerias, elas são fundamentais para o sucesso das obras”.

A presidente da Comissão de Aviação e Transportes, deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ), ressaltou que as ferrovias são cruciais para dar mais celeridade às obras que beneficiarão diretamente e indiretamente milhares de moradores de regiões como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rondônia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Acre.

Já Evair lembrou que a Frente vai ampliar o apoio às obras, que se tornarão atrativos econômicos para o resto do mundo. “É melhorar o agronegócio, é melhorar o escoamento da produção, é ter uma visão de futuro, de empreendedorismo”.

“Com a criação da Frente Parlamentar, a defesa do investimento destas ferrovias, tão estratégicas para o Brasil, chega ao Congresso Nacional. Agora ganhamos força para tirar os projetos do papel e avançarmos para as próximas etapas, como a modelagem econômico financeira”, disse o secretário de Estado de Transportes do Rio de Janeiro, Carlos Roberto Osorio.

O diretor do Porto Central/ES, José Salomão Fadlalah, reforçou que “Para que nossos portos funcionem bem precisamos que o transporte terrestre seja eficiente, dando mais rapidez para a importação e exportação”.

Para o secretário de Transportes do Espírito Santo, Paulo Valin, essa conexão entre os estados, com certeza, vai impactar na economia capixaba, o que é importante para movimentar o setor.

O diretor da ANTT, Carlos Fernando do Nascimento, ressaltou que a Frente vai ajudar no andamento das obras, uma vez que a participação do legislativo dá sempre mais consistência ao processo.

O diretor de Concessões do Ministério dos Transportes, Dino Antunes, lembrou que o Brasil passa por um momento de mudanças e que as vias férreas que foram deixadas de lado no passado estão sendo, aos poucos, retomadas.

Em sua apresentação, o subsecretário de transportes do Rio de Janeiro, Delmo Pinho, fez um balaço da estrutura que o estado já possuiu e do impacto econômico das obras no estado. “Essas obras vão, praticamente, cortar o Brasil, o que aumentará o fluxo de produtos que entrarão e sairão, além do impacto social, gerando mais emprego e renda para os estados nos quais as linhas férreas passarão”.

Compareceram ao evento representantes de entidades do Setor Ferroviário como a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

Dados – A EF-118 atenderá a demanda da rede portuária dos dois estados, incluindo os portos de Sepetiba, Itaguaí, Macaé, Barra do Furado e Açu, no Rio de Janeiro, e os portos Central, Ubu, Tubarão e Vitória, no Espírito Santo e posicionará o Rio de Janeiro como a plataforma logística de classe mundial.

A província portuária do Rio de Janeiro e do Espírito Santo será a maior do país, estando ancorada pelos superportos do Açu, do Rio de Janeiro e Central, no Espírito Santo. Esses são dois portos de grande capacidade, calado profundo acima de 20 metros, capazes de receber navios graneleiros de última geração. Essa nova infraestrutura logística, que integra portos e ferrovias de grande capacidade, possibilitará a atração para o Rio de Janeiro de novos empreendimentos industriais e logísticos, fazendo do estado uma grande plataforma de entrada e saída de produtos de todo o Brasil, com geração de emprego e renda de forma sustentável e por longo prazo.

Já a EF-354, ou Ferrovia Transcontinental, terá aproximadamente 4.400 km de extensão entre o Porto do Açu, no Norte Fluminense, e a localidade de Boqueirão da Esperança/AC, passando pelos estado de Goiás, Mato Grosso e Rondônia, como parte da ligação entre os oceanos Atlântico, no Brasil, e Pacífico, no Peru. O objetivo é estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância; propor nova logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração para os sistemas portuários do Norte e Nordeste, reduzindo o percurso e o custo do transporte marítimo de grãos e minérios exportados para os portos do Oceano Atlântico, Europa, Oriente Médio e Ásia; além de interligar a malha ferroviária brasileira e incentivar investimentos, que irão incrementar a produção e induzir processos produtivos mais modernos.

Fonte: Deputado Federal Evair de Melo, 28/08/2015

BNDES aprova financiamento de R$746 mi para VLT no Rio de Janeiro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de 746,5 milhões de reais para a construção de sistema de veículos leves sobre trilhos (VLT), no Rio de Janeiro, informou o banco de fomento nesta quarta-feira.

O BNDES financiará 42 por cento do valor do projeto, de 1,77 bilhão de reais. O financiamento foi concedido à Concessionária do VLT Carioca, constituída para implantar e prestar serviço de operação e manutenção do sistema. O VLT ligará o centro da capital carioca à região portuária da cidade por meio de 27,5 quilômetros de via.

Fonte: Reuters, 19/08/2015

26/08/2015 – Secretário de Transportes recebe entidades ferroviárias

Diretores da Associação de Engenheiros Ferroviários (Aenfer) e membros da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária (AFPF) estiveram reunidos no dia 26 de agosto com secretário de Transportes Carlos Osório em seu gabinete.

As duas entidades foram falar com secretário sobre os trens do Metrô que estão em desuso e no pátio da empresa. Segundo o secretário e o presidente da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística (Central) Roberto Marques da Costa Neto que também participou da reunião, haverá uma oferta pública para que somente entidades preservacionistas ou universidades e prefeituras que tenham interesse, possam concorrer a oferta dos 100 carros em desuso.

Os aspectos formais, segundo o secretário, serão conduzidos pela Secretaria de Transportes e Procuradoria do estado. Ele pediu o apoio da Aenfer e ABPF para que seja feita a divulgação e sugeriu que as entidades indicassem um responsável para que seja feito um Grupo de Trabalho. As duas entidades escolheram o diretor Cultural e de Preservação Ferroviária da Aenfer Helio Suêvo. Esse auxílio servirá de base para justificar na Procuradoria o chamamento público.

O secretário solicitou, ainda, apoio para a nova Frente Parlamentar Mista em Defesa da Implantação das Ferrovias EF-354 (Estrada de Ferro Transcontinental – ligação ao Peru) e EF-118 (Ferrovia Rio-Espírito Santo). Essas ferrovias, se implementadas, criarão uma artéria logística unindo Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Secretário de Transportes do Rio de Janeiro Carlos Osório e o presidente da Central Roberto Marques com representantes da Aenfer e AFPF

 

Linha 4 do Metrô tem 75% da obra concluída

RIO – A Linha 4 do Metrô, que liga a Barra da Tijuca a Ipanema está com 75% da obra finalizada. De acordo com o consórcio, foram escavados mais de 12 quilômetros de túneis entre a Barra e Ipanema, faltando apenas 1,3 quilômetro. Quatro estações estão escavadas e em fase de acabamentos, são elas: Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental e Nossa Senhora da Paz. Na Estação Jardim de Alah, está sendo construído o último acesso de passageiros.

Obra da Linha 4 do Metrô em fase do acabamento – Divulgação Linha 4 do Metrô/Katarine Almeida

Ainda de acordo com a Linha 4 do Metrô, dos 32 quilômetros de via permanente, por onde passarão os trens entre a Barra e Ipanema, nos dois sentidos, há trilhos instalados em 16 quilômetros. O Tunnel Boring Machine, o Tatuzão, que foi usado na escavação da Estação Jardim de Alah, no último dia 10 de julho, passa por manutenção programada, enquanto é arrastado por dentro da estação, e voltará a escavar em direção à Antero de Quental em setembro. Ao mesmo tempo em que escava, o Tatuzão instala anéis de concreto (aduelas) que revestem o túnel.

Instalação dos trilhos no trecho Oeste da Linha 4 do Metrô – Marcelo Horn / Divulgação/ Marcelo Horn

– A obra representa a execução, de uma só vez, da mesma extensão de metrô subterrâneo implantada nos últimos 30 anos no estado. A Linha 4 vai beneficiar a mobilidade da cidade por décadas – afirmou o governador Luiz Fernando Pezão.

A Linha 4 do Metrô vai retirar das ruas cerca de dois mil veículos por hora/pico no trecho Barra da Tijuca – Zona Sul. A nova linha vai unir o Rio, conectando as zonas Norte, Sul e Oeste, além de possibilitar a integração com outros modais, como trens, BRTs e ônibus. Serão 300 mil pessoas transportadas a cada dia, a partir de julho de 2016.

– Os 15 novos trens da Linha 4 já estão na cidade e três deles já circulam com passageiros pela Linha 1. Em até 90 dias, os demais também estarão operando no sistema – disse o secretário de Transportes, Carlos Roberto Osorio.

A Linha 4 do Metrô faz a conexão entre a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, e todo o sistema metroviário: Zona Sul, Centro e Zona Norte. A linha se conecta aos BRTs da Prefeitura, em especial à TransOeste, que vai da Barra a Santa Cruz e Campo Grande, e à TransCarioca, da Barra até o Aeroporto Internacional Tom Jobim, interligando a Barra da Tijuca a Curicica, Ilha do Governador, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha, Olaria e Ramos.

A partir de 2016, será possível ir da Barra da Tijuca a Ipanema em 15 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos. Hoje, o deslocamento é de mais de duas horas.

Fonte: O GLOBO, 26/08/2015

 

Chegada do metrô deve aumentar procura por imóveis para alugar na Barra da Tijuca

A demanda por opções de aluguel na Barra da Tijuca continua grande e deve aumentar nos próximos anos. O crescimento da zona urbana em direção à parte oeste da cidade, com maior oferta de transporte público, infraestrutura, grandes shoppings, hospitais e entretenimento de qualidade fazem da Barra um dos bairros mais desejados para se viver pelos cariocas. Especialmente diante de investimentos maciços e da realização de grandes obras públicas no local, impulsionadas pela proximidade das Olimpíadas de 2016, no ano que vem.

A Barra será o principal polo de competições e diretamente beneficiada pela expansão das linhas do BRT e do metrô. A Linha 4, que liga a Zona Sul ao bairro (Ipanema-Barra da Tijuca), não só vai facilitar o acesso à região como irá desafogar o trânsito e melhorar a mobilidade urbana na área.

A Barra também tem sido palco de grandes empreendimentos imobiliários, seja de condomínios de casas ou apartamentos, com grandes complexos de lazer. São apartamentos novos, amplos e de qualidade. Muitas pessoas que buscam maior conforto, segurança e qualidade de vida também têm optado por alugar imóveis em condomínios, que possuem áreas de lazer completas, dentre outras facilidades.

Apesar desse crescimento, o bairro ainda é uma opção mais tranquila para seus moradores, quando comparado a outras áreas da cidade. Um dos pontos mais procurados por quem deseja alugar um imóvel na Barra da Tijuca é a Avenida Lucio Costa, à beira-mar. Os preços da região são bastante atrativos em relação a imóveis do mesmo porte na Zona Sul.

Mercado Carioca

O Rio de Janeiro representa um dos mais importantes mercados imobiliários do país. A maioria das negociações se refere à busca por alugueis de imóveis com 1 e 2 quartos. Mas na Barra da Tijuca, a demanda é maior por imóveis de 2, 3 e até 4 quartos, pois o bairro tem se tornado cada vez mais a primeira opção para famílias de classe média, que desejam morar em boas casas, com conforto, segurança e facilidade de acesso. Apesar dessa alta procura, o preço dos aluguéis está estabilizado, o que indica uma melhoria dos índices imobiliários, aumentando a possibilidade de boas negociações. Na Internet, é possível encontrar muitas opções de aluguel na Barra da Tijuca, em sites como o da imobiliária RioKasa.

História

A ocupação da Barra da Tijuca foi incentivada pela construção de estradas de rodagem, como as estradas dos Bandeirantes e do Joá, ainda no século XIX. Até o começo do século XX, a região possuía apenas pequenas casas de veraneio no Recreio dos Bandeirantes e algumas pequenas moradias e comércio em torno da Avenida Niemeyer, construída em 1920, uma das principais vias de acesso da região. O processo de urbanização foi acelerado basicamente nos anos 80, com a construção de grandes shoppings, como o Barra Shopping, que, junto com outros empreendimentos, compõe um dos maiores centros de compras, serviços e entretenimento da América do Sul.

Muitas vantagensOs maiores shoppings da cidade estão localizados na Barra da Tijuca. Além disso, vários restaurantes de alto padrão estão sendo inaugurados na região, para atender a uma clientela exigente e requintada. Além disso, a Barra possui grandes áreas verdes, além da praia, que permite um maior contato dos moradores com o meio ambiente. Outro fator relevante é que o bairro possui menores índices de criminalidade, especialmente se comparado a locais conhecidos como Leblon, Ipanema e Copacabana, na Zona Sul.

Fonte: Dino – Rio de Janeiro/RJ – Notícias – 25/08/2015