29/08/2016 – Presidente da Aenfer é homenageado com a Medalha Pedro Ernesto

O presidente da Aenfer, engenheiro Luiz Euler Carvalho de Mello, recebeu  no dia 29 de agosto na Câmara de Vereadores a Medalha de Mérito Pedro Ernesto.

A iniciativa de homenageá-lo com a Medalha foi do vereador Mário Júnior.

Na ocasião, além da esposa Sandra, filhos e netos, estiveram na sessão prestigiando a entrega da homenagem, amigos e ferroviários que acompanharam a trajetória profissional do presidente da Aenfer, à frente da defesa dos ferroviários enquanto liquidante da extinta Companhia Fluminense de Trens Urbanos – Flumitrens.

Medalha de Mérito Pedro Ernesto

Ao longo dos 30 anos em que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro funciona no Palácio Pedro Ernesto, foram criadas homenagens para que os vereadores, representantes da população carioca, pudessem agraciar àqueles que se destacaram na sociedade brasileira ou internacional. A Medalha de Mérito Pedro Ernesto é a principal Comenda que o Rio de Janeiro possui.

A Medalha de Mérito Pedro Ernesto foi criada através da Resolução nº 40, em 20 de outubro de 1980. Ela é a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional. Recebeu esse nome em reconhecimento ao trabalho do prefeito Pedro Ernesto, e por isso sua figura é estampada nas duas Medalhas que fazem parte do Conjunto. Uma presa ao colar, e a outra para ser colocada na lapela do lado direito do homenageado. Ambas são presas em uma fita de cores azul, vermelha e branca que são as cores da bandeira da cidade.

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Estudo apontará viabilidade de BRT, VLT ou metrô na Baixada

Um estudo apontará a viabilidade para se levar o VLT, BRS, BRT ou metrô até a Baixada Fluminense. A ideia é aproveitar o ramal ferroviário entre as estações da Pavuna, na Zona Norte, e o bairro de Santa Rita, a dez quilômetros do Centro de Nova Iguaçu. A Câmara Metropolitana de Integração Governamental, ligada ao Governo do Estado do Rio, assinou acordo de cooperação com a Agence Francese de Développement (AFD), para desenvolver o levantamento.

Em contrato assinado sexta-feira, a AFD doou 200 mil euros, o equivalente a R$ 770 mil, para a realização do estudo. O que se analisará é a possibilidade de uso da faixa de domínio da ferrovia para a implantação de um modal de transporte e qual é o modelo mais adequado. O percurso de 18 quilômetros de extensão é utilizado atualmente pela MRS Logística, exclusivamente no transporte de carga.

O diretor-executivo da Câmara Metropolitana, Vicente Loureiro, disse que o projeto beneficiaria a integração de mais de 400 mil moradores de Nova Iguaçu, Mesquita, São de Meriti e Rio de Janeiro. A Câmara prevê a valorização dos imóveis ao longo da ferrovia.

— Nosso objetivo é melhorar nossas políticas de mobilidade e desenvolvimento urbano da Região Metropolitana. Escolhemos um antigo leito ferroviário, que hoje é usado apenas para o transporte de cargas. Apesar de ser um território muito povoado, no local só existe o transporte por ônibus. Com o estudo de viabilidade, veremos como recuperar esse corredor, dando a ele não só uma dimensão de mobilidade, mas também de qualificação do ambiente urbano — afirmou Loureiro.

O prazo de conclusão do estudo é de seis meses. A empresa definirá a melhor forma de integração da mobilidade urbana e até a possibilidade do uso compartilhado dos trilhos da MRS para o transporte de passageiros. Os trens cargueiros só utilizam a via uma vez por dia. Transportam produtos siderúrgicos e ferro-gusa. O ramal entre Pavuna e Santa Rita é uma concessão do Governo Federal. Atualmente, existem as estações de Éden, Rocha Sobrinho e Caioaba, mas não se sabe ainda se poderão ser aproveitadas.

A MRS Logística informou que o objetivo não é o compartilhamento da mesma ferrovia para passageiros e carga, mas a criação de uma nova via (ferroviária ou BRT) dentro da faixa de domínio. Devido à segurança, acrescentou a empresa, a tendência é segregar e não compartilhar linhas.

TREM DE PASSAGEIROS

A AFD é uma agência de fomento, com investimentos em projetos de infraestrutura urbana. Os recursos serão repassados diretamente para Marc Olivier Maillefaud, da empresa Tectran, responsável por projeto semelhante em Tbilisi, na Geórgia.

O historiador Gênesis Torres diz que o ramal já foi utilizado para o transporte de passageiros, aproximadamente, entre os anos 1920 e 1950.

— Tenho depoimento de moradores em 1930 dizendo que pegavam o trem e quanto pagavam pela passagem. É de suma importância o aproveitamento deste ramal para uma parte da população que deixou de ser beneficiada por culpa de uma opção errada pelo ônibus — acredita Gênesis.

Fonte: O Globo, 26/08/2016

Linha 4 do metrô do Rio poderá ter tarifa comum na Paralimpíada

A concessionária MetrôRio poderá mudar a forma de venda das passagens da Linha 4 durante a Paralimpíada.

A proposta em análise prevê a liberação do uso do cartão unitário ou pré-pago, vendido nas bilheterias das estações, com tarifa de R$ 4,10 por viagem.

Durante a Olimpíada, a Linha 4 só pôde ser utilizada por quem tinha o RioCard especial Rio 2016. O cartão era comercializado em três versões – válido por um dia, por R$ 25, para uso em três dias, a um custo de R$ 70 reais; e com validade de sete dias, por R$ 160.

A Linha 4, que liga Ipanema à Barra da Tijuca, está fechada desde segunda-feira e só será reaberta no dia 7 de setembro, data da abertura da Paralimpíada.

De acordo com a concessionária MetrôRio, o esquema operacional do metrô para o evento será divulgado até o fim da próxima semana.

Fonte: Agência Nacional, 24/08/2016

Após Jogos, Rio retoma etapas de 3 obras de mobilidade; veja andamento

Ao final da Olimpíada, o Rio começa a fazer a contabilizar o que fica de herança para a população. Após enfrentar durante anos os canteiros de obras, o carioca vive agora a expectativa de desfrutar as melhorias, principalmente na área de mobilidade.

Apesar de entregas parciais de transportes, outras etapas ainda estão por vir: a expansão da linha 4 do metrô até a Gávea, o quarto corredor do BRT, o Transbrasil, e a conclusão das obras do VLT – entre a Central do Brasil e a Praça 15.

BRT Transbrasil – O projeto está com 50% concluído, segundo informações da Secretaria Municipal de Obras do Rio. As obras foram suspensas para a realização da Olimpíada e da Paralimpíada e serão retomadas no dia 5 de setembro.

Este é o quarto corredor de ônibus do Rio. Serão 32 quilômetros de pistas, com quatro terminais (Deodoro, Margarida, Missões e Centro), 28 estações e 15 passarelas. A expectativa é de que sejam atendidos 900 mil passageiros por dia.

Na terça-feira (23), foi aberto ao público a Transolímpica, que antes funcionou para deslocamento do público da Olimpíada. Outros dois corredores BRT, o Transcarioca e o Transoeste, já estavam em operação.

Linha 4 do metrô – o próximo passo é a conclusão da estação Gávea, da recém-inaugurada Linha 4. A obra da estação parou na metade devido a mudanças no projeto inicial e ficou de fora da inauguração da linha para a Olimpíada. A estação só deverá ser inaugurada em 2018.

A Linha 4, que liga Ipanema à Barra da Tijuca, teve inauguração no dia 30 de junho, mas a população ainda não pode utilizá-la. Desde 1º de agosto, somente quem tinha bilhete para assistir aos Jogos Olímpicos, voluntários e credenciados para a Olimpíada pode viajar por ela.

Entre 23 de agosto e 6 de setembro a Linha 4 ficará fechada para ajustes. Ela reabre entre os dias 7 e 18 de setembro, durante os Jogos Paralímpicos, somente para o público do evento trecho funcionará em um esquema especial . Só a partir do dia 19 de setembro o metrô começa a ser usado por todo o público, em horário especial, que ainda será divulgado.

Com 16 quilômetros de extensão, a linha 4 deverá transportar, em média, mais de 300 mil pessoas por dia quando estiver com operação total.

VLT – De acordo com a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp), a segunda etapa de implantação do VLT está prevista para ser entregue no segundo semestre. Levantamento aponta que mais de 90% das obras estão concluídas. As paradas entre Saara – Praça 15 já estão em obras de implantação. Até o momento, foram instalados mais de seis mil metros de trilhos. Segundo a Cdurp, a terceira etapa, trecho entre a Central e a Marechal Floriano, ficará pronta em 2018. Esses trechos fazem a ligação entre a Central do Brasil e a Praça 15.

As obras estão paradas por causa da realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e serão retomadas após o encerramento da Paralimpíada. Esse segundo trecho vai ligar a Central do Brasil à Praça XV.

A primeira etapa do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi inaugurada no dia 5 de junho, dois meses antes da Olimpíada. São 18 km entre a Rodoviária e o Aeroporto Santos Dumont.

Junto, a cidade também recebeu uma nova Avenida Rio Branco e um novo Passeio Público. De acordo com a companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp).

No VLT, foram transportados 721.703 passageiros entre os dias 5 e 20 de agosto, durante a Olimpíada. Segundo a prefeitura, foram realizadas 3.306 viagens entre os dias 5 e 21, no trecho entre Rodoviária e Santos Dumont.

Novas ligações viárias

Ainda no Centro, também houve avanços no sistema viário com construção de túneis. Um deles, o túnel Rio 450, faz a ligação da Rua Primeiro de Março até a Via Binário do Porto. A via subterrânea com 1,5 km de extensão é uma das principais obras do novo sistema viário na Região Portuária.

Além deles, o túnel Nina Rabha, com 80 metros em dois sentidos com passagem do VLT, sob o Morro da Saúde e o túnel Ferroviário, sob o Morro da Providência com 318 metros, será exclusivo para a segunda etapa do VLT.

Já o túnel prefeito Marcello Alencar, com 3,4 km, liga a Avenida Brasil e a Ponte Rio-Niterói, duas das principais vias da cidade, ao Parque do Flamengo, passando pela Avenida Rodrigues Alves, agora liberada da Perimetral.

Fonte: G1, 24/08/2016

Trechos privatizados de ferrovia estão desaparecendo

O Ministério Público Federal cobra indenização de empresas acusadas de abandonar ferrovias.

É uma rodovia, mas no local já passou trem: uma parte da linha de ferro está coberta pelo asfalto. O lavrador Ronilson Figueiredo diz que há 25 anos os trilhos seguiam por uma ponte.

“Acabou tudo. A gente falta, sente falta, né?”, conta.

Mas a perda não é só afetiva. Trechos de ferrovias que foram entregues para a iniciativa privada estão desaparecendo. Só em Minas Gerais , o Ministério Público Federal calcula que o prejuízo para os cofres públicos ultrapasse R$ 1,2 bilhão.

“Hoje são 770 quilômetros totalmente abandonados, e não houve pagamento, não houve cobrança por parte do Executivo”, diz Fernando de Almeida Martins, procurador da República em Minas Gerais.

O mato está crescendo, tomando conta da construção. O prédio, em ruínas, foi depredado. Dentro, parece que ele foi ocupado. Há restos de móveis, eletrodomésticos. Nos dois lados da estação não se vê qualquer vestígio da linha de trem que passava pelo local.

“Depois que desativou a linha, os trilhos foram roubados”, afirma a motorista Larissa Melo.

Um dos trechos foi devolvido ao governo federal porque a concessionária considerou sem viabilidade econômica. A devolução está prevista no contrato de concessão, assim como a responsabilidade da empresa pelos danos à ferrovia.

“Agora nós estamos entrando com ações civis públicas junto ao Judiciário para que esse dinheiro que é devido pelo abandono de quase mil quilômetros seja realmente pago”, afirmou o procurador.

A FCA, Ferrovia Centro-Atlântica, responsável pelo trecho, declarou que vai pagar indenização com obras determinadas pelo Ministério dos Transportes, num cronograma feito pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT.

“Para nós, isso é muito interessante porque esses recursos ficam destinados no modal ferroviário ao invés de ir para uma conta única do Tesouro. Então, para o desenvolvimento do setor ferroviário é importante que esses investimentos sejam mantidos na malha”, disse o superintendente da ANTT, Alexandre Porto.

No Brasil, em 1996 havia 28 mil quilômetros de trilhos. De acordo com o Ministério Público Federal, 16 mil quilômetros foram abandonados.

“Nós deveríamos estar financiando, incentivando a expansão da ferrovia para que ela carregasse mais cargas, desafogando as cidades e as estradas. Mas o que está acontecendo é o contrário, é uma desmobilização, uma redução da nossa atual malha ferroviária”, afirmou Paulo Resende, professor da Fundação Dom Cabral.

Fonte: Jornal Nacional, 23/08/2016

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Ministro destaca ações de Taques em prol da conclusão do VLT

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, reconheceu o trabalho do governador Pedro Taques que, em visitas consecutivas a Brasília e reuniões com ministros, tem buscado uma solução para concluir as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no Estado. Araújo esteve em Cuiabá nesta segunda-feira (22/08) para a entrega de 499 casas populares.

“O governador Pedro Taques tem estado conosco em Brasília constantemente levando suas preocupações e estamos juntos em busca de soluções objetivas para o VLT, racionalizando recursos para solucionar esta obra o quanto antes”, afirmou.

Segundo o ministro, a construção do modal é prioridade em sua gestão frente ao Ministério das Cidades. “É prioridade do Ministério buscar uma equação técnica, transparente e eficiente para viabilizar esta obra de mobilidade. Temos determinação expressa do presidente interino, Michel Temer, para entregarmos um estudo objetivo que resolva isso de forma definitiva. ”

“Em poucas semanas teremos um desenho claro para levarmos à avaliação do governador Pedro Taques e, caso ele aprove, será posto em prática de forma compartilhada. Estamos fazendo isso com os técnicos do Governo do Estado e com sugestões das prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande”, explicou o ministro.

Pedro Taques destacou que a busca por uma solução ao VLT envolve todos os poderes. “Essa questão envolve Governo do Estado e municípios. Temos recapeamento de avenidas, assim como trincheiras e viadutos tanto em Cuiabá, quanto em Várzea Grande. A bancada federal também tem nos ajudado. Não é um problema só do Governo. Nós, sozinhos, não temos R$ 600 milhões para resolver isso. Nenhum Estado consegue fazer isso sozinho. Para um município, então, é impossível. Por isso precisamos de união. ”

Fonte: Cenário MT, 24/08/2016

Eletrificação ferroviária é trilho para o futuro

Primeiro evento da série Vida Inteligente discute papel de ferrovias eletrificadas como indutor do crescimento econômico regional
Nos anos 1960, o filósofo canadense Marshall McLuhan criou a expressão “o meio é a mensagem”. Para ele, a forma como a mensagem chega às pessoas seria tão importante quanto o próprio conteúdo. Cinco décadas depois, a máxima de McLuhan pode ajudar a descrever o modelo de estradas de ferro eletrificadas: muito além de um caminho entre os pontos A e B, elas são indutoras do crescimento da economia ao transportar energia, infraestrutura e dados; e ao oferecer um entorno propício para o desenvolvimento de cidades e atividades empresariais.
— Ferrovias são eixos sociais, ambientais e econômicos — afirmou Ricardo Kenzo, executivo sênior de Desenvolvimento de Negócios da Siemens, durante o evento “A Contribuição da Eletrificação para um Novo Padrão de Desenvolvimento do Brasil”, que abriu a série de debates Vida Inteligente.

O encontro, mediado pelo economista Raul Velloso, realizado pelo jornal O GLOBO e correalizado pela Editora Globo, marca o início de um amplo debate sobre a necessidade de um novo padrão de desenvolvimento tecnológico e econômico no país. Historicamente, o Brasil deixou de ser um país costeiro a partir da implantação de sua malha ferroviária, no século 19, que chegou a contar com 37 mil quilômetros de trilhos e ferrovias espalhados por 14 das 20 províncias do Império.

— Foi a partir da dobradinha ferrovia-porto que o Brasil se inseriu no mercado internacional. Os eixos de desenvolvimento do país se deram em torno das ferrovias e isso é uma marca até hoje — disse Frederico Bussinger, consultor em planejamento e gestão ferroviária e ex-secretário-geral do Ministério dos Transportes. Para ele, falta ao país um modelo de planejamento e gerenciamento integrados para que as ferrovias eletrificadas voltem a crescer.

Geração de riqueza

Na opinião de Jean Carlos Pejo, secretário-geral da Associação Latino-Americana de Ferrovias (ALAF), os atuais projetos de novas estradas de ferro nas regiões Norte e Nordeste do país deveriam ir além da questão puramente logística.

— É importante criar condições para que as ferrovias tragam fábricas que gerem Riqueza ao longo de seu eixo, como no caso do beneficiamento da soja e milho, pois isso agrega valor para as regiões — disse.

Ferrovias de carga no Brasil atual transportam principalmente minério voltado à exportação, mas há vários projetos para atender demandas também do agronegócio. Como exemplo de desenvolvimento, Pejo citou o estado de São Paulo, que se aproveitou do espaço das ferrovias durante o ciclo do café, no início do século passado, e hoje é o mais industrializado do país.

— A malha ferroviária de São Paulo foi a mais eletrificada do Brasil — completou.

De acordo com Pejo, a eletrificação deve estar presente em novos projetos ferroviários. Para isso, é necessário expandir o enfoque das discussões sobre o tema.

— Não podemos ficar presos em modelos já adotados para transporte de minério. Nem toda produção é para exportação e é importante analisar as vantagens da eletrificação e torná-la parte do debate nacional.

Infraestrutura sustentável

A questão ambiental também foi destaque no debate. Frederico Bussinger ressaltou que “a adoção da eletrificação é importante não apenas para reduzir as emissões de CO2, que é parte de acordos

internacionais sobre o clima, mas também quanto a emissão de resíduos particulados, comuns nas regiões metropolitanas e que também fazem mal à saúde”.

— É uma forma de entregarmos mais qualidade de vida às pessoas — completou Ricardo Kenzo.
O executivo fez um balanço das diversas discussões no encerramento do evento. Ele afirmou ainda que a falta de planejamento pode prejudicar a eficiência do país e que é preciso estar atento aos benefícios e receitas acessórias em ferrovias eletrificadas, que geram sinergias.

— Por meio de sua implantação, a ferrovia eletrificada ou preparada para a eletrificação proporciona crescimento e desenvolvimento no entorno, podendo impulsionar, além da própria infraestrutura logística, outras utilidades, como redes de água e energia, por meio de transmissões elétricas ou gasodutos, e serviços de telecomunicações, provendo múltiplas utilidades para a indústria, com criação de empregos, e para as pessoas, com aumento de qualidade de vida e acesso à informação e educação — disse Kenzo.

Yuri Sanches, diretor de vendas de Sistemas de Mobilidade da Siemens, ressaltou que a discussão sobre a eletrificação contribui para a retomada do progresso:

— A infraestrutura é a chave da volta do crescimento, é o caminho por onde se dará o desenvolvimento.
Fonte: O Globo, 23/08/2016

 

SuperVia transportou quase 10 milhões de passageiros durante a Olimpíada

Do primeiro dia de competições da Olimpíada (03/08) até o último domingo (21/08), quando foi realizada a cerimônia de encerramento do evento, a SuperVia registrou pouco mais de 9,8 milhões de acessos de passageiros no sistema ferroviário. Desse total, 1 milhão e 467 mil foram realizados por espectadores dos Jogos Rio 2016. As estações que registraram a maior quantidade de público olímpico foram Central do Brasil (363.552 embarques), Olímpica de Engenho de Dentro (359.086 embarques) e Vila Militar (164.369 embarques).

Nos ramais Deodoro, Santa Cruz e Japeri – atendidos pelas estações consideradas estratégicas para os espectadores em função da proximidade com aos locais de competições –, a SuperVia realizou ao menos 2.182 viagens extras como forma de oferecer ao público mais opções de horários de deslocamento, maior conforto e tranquilidade no retorno após as competições noturnas. Esse número representa um incremento de 30% de viagens nesses ramais e os trens circularam mais de 78 mil quilômetros.

 

Os trens da SuperVia exercem papel fundamental para a mobilidade urbana do Estado do Rio de Janeiro. Durante a Olimpíada, o trem foi o principal meio de transporte dos espectadores e força de trabalho para o Complexo de Deodoro e o Estádio Olímpico, o que permanecerá na Paralimpíada. A concessionária segue com o objetivo de atuar com um planejamento diferenciado para atender simultaneamente os passageiros regulares do dia a dia e o público extra de espectadores dos Jogos. O registro de recordes de embarques durante a Olimpíada é resultado desse compromisso da concessionária.

Recordes

Na última quarta-feira (17/08), a SuperVia registrou o novo recorde de embarques de passageiros desde o início da concessão com 735.024 acessos em um único dia. O recorde anterior era de outubro do ano passado, com 729.550 embarques, que por uma diferença de apenas 322 passageiros não foi superado na última terça-feira (16/08), quando a concessionária transportou 729.229 pessoas.

Durante o período dos Jogos outros recordes foram batidos como: sábado com o maior número de embarques (13/08 – 419.363 acessos); domingo com o maior número de embarques (14/08 – 224.704 acessos); sete estações registraram seus maiores números de embarques (Olímpica de Engenho de Dentro, Madureira, Magalhães Bastos, Maracanã, Méier, Realengo e Vila Militar); dos dez dias com os maiores números de embarques no ramal Santa Cruz, nove são dias de Olimpíada; os cinco dias com os maiores números de embarques no ramal Deodoro são dias de Olimpíada.​

Fonte: SuperVia, 22/08/2016

Aenfer convida associados para evento de Posse e entrega de Condecoração

A Diretoria da Associação de Engenheiros Ferroviários tem a honra de convidar V.Sª para o Evento de Posse da Diretoria, do Terço dos Conselhos Deliberativo e Fiscal e da Entrega da Condecoração Engº Paulo de Frontin.

Dia: 01 de setembro de 2016

Horário: 10 horas

Local: Av. Presidente Vargas, 1.733 – 6º andar, Centro – Rio de Janeiro

 

Diretoria Gestão 2016/2019

Presidente: Isabel Cristina Junqueira de Andréa

Vice-Presidente: Alexandre Júlio Lopes de Almeida

Diretores

Aldo Paschoal Gama Signorelli

Alexandre Porto Lussac Filho

Francisco José Azevedo Bottino

Helio Suêvo Rodriguez

Marcelo Freire da Costa

Maria das Flores de Jesus Ferreira

Conselho Deliberativo

Efetivos

Gabriel de Souza Lino

João Bosco Setti

José Roberto Martins Pataro

Lilian Borges Scuett

Luiz Antônio de Araújo Bordallo

Roberto Biondo

Especiais

Marcelo do Valle Pires

Odorico Francisco de Oliveira

Conselho Fiscal Especial

Aldo de Souza

Personalidades agraciadas com a Condecoração Engenheiro Paulo de Frontin

Carlos Alberto de Oliveira Jouppert

Edison Araújo Russo

Leiko Hama Motumura

Luis Cesário Amaro da Silveira

 

 

Rio-2016 faz trem e metrô do Rio baterem recordes históricos de número de passageiros

A SuperVia transportou, quarta, 735.024 passageiros, um recorde desde 1998. Terça, o metrô carioca levou 1.077.000 pessoas, recorde desse que começou a operar, em março de 1979. Estes números mostram que, num ritmo longe do ideal, o transporte sobre trilhos reage no Rio.

Nas décadas de 70 e 80 do século passado, os trens da Central do Brasil chegaram a transportar mais de um milhão de passageiros pagantes. Depois, o sistema foi sucateado, por desleixo dos governantes. O número de passageiros transportados chegou a cair para menos de 300 mil usuários por dia, e o Rio se transformou na capital mundial do ônibus.
Fonte: O Globo, 19/08/2016