Dia 10 de novembro: palestra sobre Plano Metropolitano – diagnóstico e visão de futuro

Será realizada na Aenfer, palestra com o diretor-executivo da Câmara Metropolitana de Integração Governamental – Vicente Loureiro.

Na ocasião ele falará sobre o Plano Metropolitano – diagnóstico e visão de futuro.

Arquiteto e urbanista, Vicente de Paula Loureiro atua desde 1976 no setor público, com passagens no Governo do Estado e nas prefeituras do Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Petrópolis, Paracambi, São João de Meriti, Barra Mansa e Volta Redonda.

A palestra será realizada no Auditório da Aenfer.

Dia 10 de novembro (quinta-feira), às 10 horas.

Av. Presidente Vargas, 1.733 – 6º andar – Centro-RJ

Entrada Franca!

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Linha 4 do metrô deve iniciar operação a partir de sábado

A Linha 4 do metrô (Ipanema-Barra) começa, a partir do próximo dia 5, a operar aos sábados. Inicialmente, o horário será restrito, como nos dias de semana (das 6h às 21h). De acordo com a concessionária Metrô Rio, somente em dezembro, em data que ainda será definida, o passageiro poderá contar com o transporte também aos domingos. E somente no último mês do ano a Metrô Rio também promete o fim do horário restrito: a Linha 4 passará a operar no mesmo esquema das Linhas 1 e 2: de segunda a sábado, de 5h à meia-noite, e aos domingos, de 7h às 23h.

Conforme o GLOBO já noticiou, o horário restrito e o fechamento nos fins de semana têm levado muitos moradores a voltar à dura realidade enfrentada antes da nova ligação metroviária: ônibus cheios, intervalos irregulares e engarrafamentos maçantes. A secretaria estadual de Transportes argumenta que a concessionária Metrô Rio tem usado os horários fora de operação para fazer testes e finalizar a instalação do sistema de piloto automático (faltam ainda 40% das obras), importante item para manter a segurança e a regularidade no intervalo entre os trens.

Segundo a secretaria estadual de transportes, desde a abertura à população, dia 19 de setembro, a Linha 4 tem atendido, em média, a 85 mil passageiros por dia.

Para acessar as estações da Linha 4 (Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz), os passageiros podem optar pelo ticket unitário do metrô ou qualquer cartão de bilhetagem eletrônica, como o Bilhete Único. A secretaria ressalta que não é necessário pagar outra passagem para fazer a integração com as demais linhas do sistema. Na estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, o usuário pode fazer a integração com o BRT, pagando tarifa de R$ 7 com qualquer cartão RioCard cadastrado.

De acordo com a secretaria de transportes, a Estação Gávea está com 42% dos serviços de escavação concluídos e ainda falta escavar 1,2 quilômetro de túnel entre o Alto Leblon e a Gávea. A secretaria explica que, inicialmente, “a estação teria uma plataforma, porém o licenciamento ambiental determinou a ampliação da estação, com a construção de duas plataformas paralelas, permitindo maior flexibilidade para futuras expansões. O detalhamento do projeto da estação Gávea está em elaboração.” Segundo a secretaria, “o Governo do Estado busca fontes de recursos para executar a obra.”

Fonte: O Globo, 31/10/2016

 

 

Empresas de ferrovias aguardam concessões

Além da malha da Rumo, ex-ALL, as demais empresas que administram ferrovias em todo o Brasil também já entraram com pedidos para renovação das concessões na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As concessões da MRS e Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) vencem em 2026. No ano seguinte, acabam os contratos da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e a Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM), administradas pela Vale.

No mercado, a renovação das concessões é vista como a saída mais natural. Mas é preciso fazer o processo de uma forma transparente e sem atropelos. “No caso das ferrovias, o primeiro contrato de concessão foi feito com uma série de falhas, que permitiu o sucateamento da malha nacional. Agora o governo tem a chance de melhorar esses contratos”, afirma uma fonte em Brasília.

O problema está no caso da recuperação de trechos sucateados, que custa muito caro. Pela lei, se não tiverem interesse em investir nessa malha, as empresas teriam de indenizar o governo, 0 que também custaria caro. “Mas se não resolverem isso agora, não resolvem nunca mais”, diz um especialista no setor que prefere não se identificar.

Outros

No setor portuário, a renovação das concessões tem sido uma forma de aumentar o volume de investimentos no setor. Em seis renovações autorizadas pela Secretaria de Portos, o volume de investimento atrelado ao contrato de renovação soma mais de R$ 5,3 bilhões.

Como nas ferrovias, o setor rodoviário também está em compasso de espera. A Nova Dutra, hoje administrada pelo grupo CCR, aguarda uma definição do governo federal para investir cerca de R$ 4 bilhões na expansão da rodovia.

Fonte: Estadão, 31/10/2016

Odebrecht vai vender Embraport para DPW

A Odebrecht Transport (OTP), controlada de infraestrutura do grupo Odebrecht, decidiu vender toda sua participação na Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) para a Dubai Ports World (DPW), sua sócia no empreendimento e uma das maiores operadoras de terminais de contêineres do mundo.

A negociação está adiantada e prevê a alienação dos 66,7% que a OTP tem no capital da Embraport, dona de um terminal de contêineres de uso privado em Santos (SP), conforme adiantou o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor. A DPW detém os 33,3% restantes. Procurada, a OTP disse que não se manifestaria. A Dubai não retornou.

O valor da transação depende de uma equação que deve considerar um aporte de capital que os sócios precisam fazer no negócio, segundo uma fonte a par do assunto. Mas para o martelo ser batido, o FI-FGTS e a empresa de participações do BNDES, a BNDESPar – respectivamente com 30% e 10,6% de participação na OTP -, têm de aprovar a venda do ativo. A Odebrecht é a dona do restante do capital social da subsidiária.

Desde que o grupo Odebrecht iniciou o processo de venda de ativos, o mercado apostava que a OTP venderia uma fatia na Embraport, mas considerava pouco provável a saída integral do ativo.

No início do ano, os sócios discutiam uma capitalização de R$ 400 milhões, que poderia ser feita com a entrada de um novo investidor. Ao ser questionada pelo Valor na ocasião, a OTP disse que, em todas as alternativas já avaliadas, se manteria como sócia da Embraport. O momento para a venda também não é considerado o ideal, em razão da forte queda na movimentação nos terminais portuários em meio à crise, mas a necessidade de caixa da Odebrecht acabou falando mais alto.

Porta de entrada do grupo no negócio de contêineres, o terminal da Embraport em Santos expôs a briga do setor entre os dois regimes de exploração: terminais de uso privado (os chamados TUPs) e terminais de uso público (os arrendamentos) – ambos disputam a mesma carga, mas em condições concorrenciais distintas. Os TUPs, por estarem em área própria, são isentos de licitação, não têm amarras trabalhistas e sofrem menos regulação que os arrendamentos.

Em 2008, um decreto presidencial proibiu que os TUPs movimentassem cargas de terceiros em quantidade superior às próprias, o que lançou um véu de insegurança jurídica sobre instalações como a da Embraport, que já tinham a autorização para se instalar mas cujos acionistas não tinham como comprovar carga suficiente.

O impasse acabou com a Lei dos Portos nº 12.815, de 2013, que extinguiu a figura da carga própria e revogou o decreto – retirando qualquer rastro de dúvida do negócio da Odebrecht, num dos capítulos em que as forças empresariais opostas trabalharam à exaustão nos bastidores de Brasília.

Inaugurado em 2013 – quando a demanda de cargas no porto de Santos superava o atendimento -, o terminal da Embraport ganhou mercado e se tornou um dos com maior produtividade do país. Tem hoje a terceira maior movimentação de contêineres entre os seis especializados no segmento em Santos, porto que concentra 40% do mercado de carga conteinerizada, onde está o maior valor agregado.

Neste ano até agosto, o terminal respondeu por 18,2% do 1,5 milhão de contêineres escoados no cais santista. Ficou atrás do Tecon Santos, da Santos Brasil, com 39,2% do mercado, e da Brasil Terminal Portuário (BTP), com 36,8%.

O terminal é considerado estratégico. É o único TUP de contêineres em Santos. Sua história tem início na década de 1990, quando o grupo Coimex, primeiro acionista, comprou um terreno para instalar um terminal multicargas na área continental de Santos. Em 2009, ainda em construção, entraram no negócio OTP e DPW.

O terminal foi inaugurado com capacidade para 1,2 milhão de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano e previa expansão física para chegar a 2 milhões de Teus – a mesma do vizinho e maior terminal do Brasil, o Tecon Santos.

Mas, dado o cenário econômico, o mercado encolheu e a expansão não saiu. Os volumes de comércio exterior estão mais fracos e o porto de Santos, especificamente, enfrenta uma superoferta de espaço para contêineres. Hoje a Embraport opera com quase metade da capacidade ociosa. Com margens pequenas, tem risco de liquidez diante de uma geração de receita insuficiente para fazer frente à dívida. Fechou 2015 com receita líquida de R$ 220 milhões e dívida financeira total de R$ 2,03 bilhões, ante R$ 1,73 bilhão em 2014.

Fonte: Valor Econômico, 31/10/2016

SP repassa R$ 135 mi ao Metrô para cobrir dívida

Um ano após firmar acordo com a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), no qual reconheceu a responsabilidade de cobrir o déficit tarifário criado na operação da Linha 4-Amarela, administrada pelo setor privado, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu pagar R$ 135,9 milhões à estatal paulista para quitar a dívida surgida ao longo de 2015.

Em decreto publicado nesta sexta-feira, 28, no Diário Oficial, Alckmin retirou parte dos recursos previstos para modernização de linhas e trens do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para recompor o caixa da estatal. Segundo o governo, esses R$ 135,9 milhões estavam congelados no orçamento e poderão ser usados pelo Metrô em obras de expansão da rede, como na Linha 5-Lilás, prevista para 2017.

“Isso é o cumprimento daquele acordo que firmamos com o governo do Estado no ano passado para recompor a diferença que existe entre a tarifa de remuneração da Linha 4 e a tarifa pública”, disse José Carlos Nascimento, diretor de Finanças do Metrô, sobre o acerto feito com o governo paulista no dia 30 de outubro de 2015. “Esse valor pago através de decreto quita integralmente o valor apurado em 2015”, completa.

Pelo acordo, ficou acertado que a partir do ano passado o Estado cobriria o déficit gerado na Linha 4, operada por meio de uma parceria público-privada (PPP), mas que a dívida acumulada desde 2011, quando a linha que hoje vai da Luz ao Butantã começou a operar, seria absorvida pela estatal, resultando em um calote de R$ 332,7 milhões.

Compensação

O déficit corresponde à diferença entre a tarifa de remuneração prevista no contrato de PPP assinado com a concessionária ViaQuatro, que opera a Linha Amarela, e a tarifa pública, de R$ 3,80. Como os reajustes contratuais são anuais, a tarifa recebida pela concessionária é ligeiramente maior. O Metrô não informou os valores. Além disso, somente 35% dos usuários pagam a tarifa cheia, enquanto 65% pagam valores diferentes por causa de benefícios como meia-entrada a estudantes e descontos nas integrações entre as linhas, quando o passageiro utiliza mais de uma linha da rede, mas paga apenas uma tarifa.

O dinheiro para recompor essa estrutura tarifária é depositado pelo governo em uma conta única, chamada Câmara de Compensação, na qual a concessionária ViaQuatro tem “prioridade” no saque dos recursos. Se o saldo na câmara é insuficiente para cobrir todo o déficit tarifário, é o Metrô, e não a concessionária, que fica sem receber.

“O descompasso no reajuste das tarifas públicas e da tarifa de remuneração, o pagamento da tarifa de remuneração inclusive dos passageiros gratuitos e a integração livre entre as linhas do Metrô e da CPTM com a Linha 4-Amarela, somados à prioridade de recebimento da receita tarifária pela Concessionária Privada, geram impacto financeiro para as empresas públicas do sistema metroferroviário”, informou o Metrô no seu balanço de 2013.

Segundo Nascimento, o acordo feito há um ano era o instrumento que faltava para permitir que o governo fizesse os repasses para cobrir o déficit. “A concessionária tem, por contrato, preferência para receber. Quando o Metrô comparece na Câmara de Compensação, encontra uma situação em que não há recurso suficiente para a companhia. Faltava documento, um instrumento contratual, para que o Metrô pudesse receber esse recurso”, explicou.

Interesse

Segundo o Metrô, o calote ou o atraso na restituição dos recursos não causa prejuízo ao usuário nem à qualidade dos serviços. O acordo de 2015 prevê que o governo pode repassar o valor à companhia, “a seu critério” ou “em caso de problemas na sustentabilidade econômico-financeira da companhia”. O Metrô afirma ainda que “o governo, como principal acionista, tem todo interesse que o Metrô prossiga obtendo resultados positivos em sua operação” e só neste ano deve repassar mais de R$ 3 bilhões à empresa para as obras de expansão de suas linhas.

Estadão, 31/10/2016

Ações de recuperação da EFCJ

Pela primeira vez na história da Estrada de Ferro Campos do Jordão – EFCJ, a Corregedoria Geral da Administração – CGA, órgão do Governo do Estado encarregado de acompanhar o desempenho da administração pública, veio à Estrada de Ferro para convidar a empresa a participar do seminário mensal dos corregedores.

No evento, realizado no dia 19/10, em São Paulo, a EFCJ apresentou as realizações desenvolvidas na sua reconstrução técnica e administrativa.

Para o diretor da Estrada de Ferro Ayrton Camargo e Silva, o convite é motivo de orgulho para os funcionários comprometidos com a modernização e o fortalecimento da ferrovia.

“No início dessa gestão recebíamos os representantes da Corregedoria para apurar denúncias anônimas de supostos problemas na gestão. E foram justamente essas apurações, todas arquivadas por serem improcedentes, que motivaram a CGA a convidar a EFCJ a expor as ações de recuperação da ferrovia.”

Segundo o corregedor René Fernando Cardoso, responsável pela iniciativa, a grande mudança na reestruturação da Estrada de Ferro motivou a oportunidade.

“A Corregedoria acompanha as atividades da EFCJ há muito tempo e trata- se de um caso prático de como administrar diversos conflitos”, enfatizou.

Também presente ao encontro, Guilherme Luís da Silva Tambellini, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, reiterou elogios “ao excelente trabalho de resgate desenvolvido pela EFCJ.”

O representante da STM junto à ferrovia, Julio Batista da Costa, ressaltou como positivo o fato de mais pessoas – profissionais do Tribunal de Contas e Corregedoria presentes na sua grande maioria – entendessem o processo de reestruturação pelo qual passou a EFCJ.

A cada dia a empresa recebe um novo convite para contar a história de revitalização do seu patrimônio. São entidades técnicas do setor de transporte, entre outras, interessadas em

levar aos seus técnicos detalhes das ações desenvolvidas.

AEAMESP

Para falar dessas ações a Estrada de Ferro participou em setembro da 22ª. Semana de Tecnologia Metroferroviária, organizada em São Paulo pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô paulista – AEAMESP, um dos mais importantes eventos

do segmento no Brasil.

No painel “Recuperação de Ativos Ferroviários” – coordenado pelo conselheiro da entidade, José Geraldo Baião -, Ayrton pode demonstrar como é possível aproveitar e recuperar trechos de ferrovias existentes, com exemplos práticos (vias, estações, material rodante

e etc.), que era exatamente o tema proposto para reflexão. O secretário geral da ALAF/Brasil – Associação Latino-Americana de Ferrovias, Jean Carlos Pejo, integrou esse painel.

SEAERJ

Ainda em setembro, o diretor esteve na sede da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro – SEARJ, quando mostrou cases do cotidiano da ferrovia, a partir dos investimentos do governo do Estado de São Paulo, desde 2012.

Como desdobramento do encontro surgiu a iniciativa de membros da SEARJ conhecerem a Estrada de Ferro. A visita permitirá que profissionais da entidade conheçam equipamentos

relatados na exposição, a exemplo das oficinas e o Centro de Memória em Pindamonhangaba.

AENFER

Já na Associação de Engenheiros Ferroviários do Rio de Janeiro – uma das mais tradicionais entidades fluminenses setoriais de transporte, onde esteve no mesmo período – Camargo

apresentou as principais características técnicas que fazem da EFCJ uma das mais peculiares ferrovias do Brasil.

Fonte: EFCJornal. Outubro, 2016

Setor ferroviário prevê aumento de empregos pelo terceiro ano consecutivo

Um dos reflexos mais imediatos da recessão econômica é no mercado de trabalho, que acaba sendo um dos mais afetados. A diminuição na atividade industrial atinge na mesma proporção o ritmo de abertura de vagas de trabalho e a manutenção desses postos. No entanto, há setores que sentiram menos os efeitos da crise que assola o país, entre eles, o metroferroviário. Segundo dados da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros Sobre Trilhos (ANPTrilhos), desde 2014 o segmento registra crescimento médio de 10% no número de vagas de trabalho.

De acordo com a superintendente da entidade, Roberta Marchesi, em 2015 a expansão chegou a 6%, alcançando a marca de 41.100 profissionais empregados. “Já é o segundo ano consecutivo que vamos na contramão da crise econômica, nosso segmento vem em uma crescente muito grande no número de empregos, muito em função das inaugurações e implantações de novos sistemas”, afirma.

Roberta prevê que para 2016 a ascensão continue. “Para este ano, esperamos novas vagas de trabalho nesse mercado, especialmente por causa da abertura da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro, assim como pela inauguração do VLT da cidade, da expansão da Linha 2 do Metrô de Salvador, entre outras. O segmento vai crescendo e isso gera aumento na empregabilidade”, reforça a superintendente da ANPTrilhos, que será uma das associações presentes na NT Expo 2016, o principal evento dedicado ao setor metroferroviário na América Latina, que será realizado de 8 a 10 de novembro, em São Paulo.

Estima-se que até o final de 2020 o quadro de profissionais contratados chegue ao número de 60.000.

Transporte de cargas – O setor de transporte de passageiros não foi o único que apresentou aumento no número de empregos, o segmento de transporte de cargas também registrou crescimento de postos de trabalho no país. Segundo dados da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), as ocupações de vagas
dessa indústria avançaram aproximadamente 140% nos últimos 18 anos.

“O número de empregos diretos e indiretos no setor vem aumentando desde o fim da década de 1990, indo de 16.662 profissionais em 1997 para 39.741 em 2015”, ressalta o diretor executivo da entidade, Fernando Paes.

Fórum de Carreiras – Para discutir o atual cenário e o futuro do mercado de trabalho em toda a indústria metroferroviária, a 19ª NT Expo – Negócios nos Trilhos promove mais uma edição do Fórum de Carreiras.

O evento será realizado no dia 09 de novembro, a partir das 14h, no Expo Center Norte, e contará com a presença de especialistas e profissionais do setor que debaterão sobre diversos temas, por exemplo, como a abertura da infraestrutura à iniciativa privada afeta o setor para os engenheiros metroferroviários e as mudanças de perfil técnico e comportamental do profissional de engenharia do segmento nos últimos anos.

Para mais informações e o credenciamento de visitantes, acesse o site www.ntexpo.com.br

NT Expo – 19ª Negócios nos Trilhos
Data: 8, 9 e 10 de novembro.
Horário: 13 às 20h.
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho.
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo.

Sobre a NT Expo – 19ª Negócios nos Trilhos 2016

http://www.ntexpo.com.br/pt/

Um dos mais exclusivos encontros de negócios do setor de transporte metroferroviário da América Latina, a NT Expo reúne toda a cadeia de fornecedores, formadores de opinião e os principais players dos segmentos de carga e passageiro, nacionais e internacionais. O evento consolidou-se como plataforma de geração de negócios, networking e melhores práticas. Em 2015, a NT Expo reuniu cerca de 230 marcas e atraiu por volta de 9.000 profissionais do setor. Em 2016, o evento acontece de 08 a 10 de novembro, das 13 às 20 horas, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Fonte: UBM Brazil, 26/10/2016

Linha 4 do metrô terá funcionamento especial no domingo de eleições

RIO – Para facilitar a circulação de pessoas que vão às urnas neste domingo para votar no segundo turno das eleições do Rio, a Linha 4 do metrô vai operar em horário especial. O nova linha, que ainda não funciona aos domingos regularmente, estará aberta das 7h às 21h. Já as Linhas 1 e 2 terão o horário normal, das 7h às 23h.

As vias que costumam fechar aos domingos para servir de área de lazer, como a Avenida Atlântica, em Copacabana, estarão abertas aos carros para facilitar o deslocamento. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, todas as áreas de lazer do município do Rio estão suspensas no dia das eleições.

Por causa das eleições alguns museus da Praça Mauá, na Zona Portuária ficarão fechados. Tanto o Museu de Arte do Rio quanto o Museu do Amanhã não abrirão neste domingo.

Os trens da SuperVia irão circular entre 4h40m e 20h30m, de acordo com a grade programada para cada ramal. Haverá ainda 4.800 lugares adicionais em duas viagens extras no período da manhã partindo da Central do Brasil para a estação terminal Japeri.

Já o VLT terá funcionamento normal, de 6h à meia-noite, com intervalos entre as composições de 10 a 20 minutos.

COMÉRCIO TERÁ HORÁRIO ESPECIAL

Alguns shoppings do Rio terão horário especial de funcionamento das lojas, mas as praças de alimentação e lazer abrem no horário normal praticado aos domingo. Confira alguns horários:

BarraShopping, Fashion Mall, New York City Center, Rio Design Barra e Leblon, Rio Sul: das 15h às 21h.

Boulevard Rio Shopping, Casa & Gourmet, Ilha Plaza, Norte Shopping, Nova América, ParkShoppingCampoGrande, Recreio Shopping, Shopping Tijuca, Village Mall: das 13h às 21h.

Botafogo Praia Shopping: das 14h às 21h

Shopping Leblon: 12h às 21h

Fonte: O Globo, 28/10/2016

 

27/10/2016 – Consultores da área de engenharia ferroviária realizam palestra na Aenfer

A Associação de Engenheiros Ferroviários – Aenfer promoveu na manhã do dia 27 de outubro em seu auditório, palestra técnica com os engenheiros Rui José da Silva Nabais e João Cardeano.

Tubular Track – superestrutura ferroviária em viga longitudinal sem dormentes e lastro foi o tema abordado pelos especialistas que falaram das vantagens desse novo modelo, implantado, principalmente na África e Ásia.

MSc – COPPE – RJ, consultor e organizador do Manual Básico de Engenharia Ferroviária e membro da Comissão de Infraestrutura Ferroviária da ABPv, Rui Nabais exemplificou a qualidade do tubular modular track e explicou que este modelo é ideal para redução de custos e prazos de implantação ou reabilitação de uma linha, permitindo manter o traçado original, permitir trilhos contínuos soldados, mesmo para curvas de raios pequenos, requerendo uma plataforma mais estreita, facilita o reforço de estrutura e pontilhões, de estruturas de bueiros, possibilita o reuso de trilhos existentes, pois requer trilhos mais leves para a mesma carga por eixo e reduz a logística de material para reabilitação em até 90%. Destacou também que deve-se cuidar de uma drenagem superficial adequada e que o custo de manutenção é minimizado, pois não requer socaria e nivelamento da linha tão frequente quanto a solução convencional.

Localização para maximizar o retorno ao País

Representante da Tubular Track na África do Sul, João Cardeano destacou que a solução se encontra implantada e testada em mais de 700 km de ferrovias em funcionamento há mais de 25 anos e disse que num projeto sustentável existem oportunidades de atingir elevados níveis de economia e valorização ambiental. Na parte material são usados areia, cimento, aço estrutural, aço doce e galvanização. Na mão de obra são envolvidos fabricantes, artesãos, consultores, operários de linha e trabalhadores em geral.

A palestra foi acompanhada por associados, profissionais da área e diversos estudantes de engenharia que lotaram o auditório da Aenfer.

O diretor Cultural e de Preservação da Memória Ferroviária, engenheiro Helio Suêvo ressaltou a importância de abordar esse tema e lamentou que no Brasil, segundo ele, há mais de 30 anos não se fabrica trilhos e nem se investe em ferrovia de uma forma adequada, planejada e consistente.

Na ocasião, em nome da Diretoria, Suêvo agradeceu aos palestrantes e ofereceu certificado de participação. Ele também falou da importância de receber estudantes da área de engenharia. Em seguida fez um sorteio, cujo brinde era o Manual Básico de Engenharia Ferroviária, livro que teve como um dos autores o engenheiro Rui Nabais.

A contemplada do sorteio foi a aluna do 10º período de engenharia Renata Lopes. Vale lembrar que os estudantes presentes foram convidados pelo conselheiro da Aenfer e professor da área de engenharia, Antônio Carlos Soares Pereira.

Veja abaixo alguns momentos da palestra (clique na foto para ampliar)

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Pagamento dos atrasados dos aposentados e pensionistas

O Departamento de Órgãos Extintos – DEPEX obteve no dia 20 de outubro, resposta positiva da Secretaria de Orçamento Federal – SOF em sua solicitação de disponibilidade orçamentária para implementação dos reflexos dos Acordos Coletivos de Trabalho 2015 e 2016 dos FERROVIÁRIOS, nas complementações dos proventos dos aposentados e pensionistas da extinta RFFSA.

A agilidade das ações do DEPEX/Ministério do Planejamento, tão logo ocorreu a publicação dos referidos acordos, no Diário Oficial da União – D.O.U, nº 198, de 14 de outubro de 2016, possibilitou a atualização imediata do sistema de complementação, através de sua área de informática, de forma que a aplicação da tabela acordada ocorre na folha de pagamento de benefícios de novembro/2016, com efeito financeiro em dezembro/2016, sendo os valores referentes aos atrasados de maio/2015 a outubro/2016 pagos nos meados de dezembro/2016.

Vale lembrar que a implementação da tabela salarial atualizada, no Sistema de Complementação de Aposentados e Pensionistas – SICAP e a consequente aplicação de seus efeitos financeiros no pagamento de benefícios de aposentados e pensionistas da extinta RFFSA é da competência do DEPEX/Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, cabendo, somente, ao INSS o processamento das informações transmitidas pelo referido órgão, através de seu ciclo operacional mensal.

AENFER, 26/10/2016