Calotes nos trens da SuperVia

Tem gente até pulando muro pra não pagar a passagem. Polícia faz ação contra bilhetes fraudados e SuperVia investe em sistema pra evitar fraude e tem projeto pra reforçar muros e construir passarelas. Assista o link abaixo. A reportagem é do RJ1 da Rede Globo Dia 11/02/2020

 

https://globoplay.globo.com/v/8312572/

 

A SuperVia e a Polícia Civil vêm fazendo esforços conjuntos para diminuir o número de calotes e o uso de cartões fraudados nas estações da concessionária no Rio de Janeiro. A concessionária afirma que atualizou o sistema de bilhetagem e vem ajudando cada vez mais a atuação da polícia.

Imagens mostram passageiros estão utilizando pelo menos 180 passagens clandestinas na linha férrea e pulando muros. Mais de 14 mil deixam de ser pagas diariamente, segundo a concessionária. O prejuízo chega a R$ 25 milhões por ano.

De acordo com a SuperVia, as estações onde os cambistas agem são as de maior movimento, como Belford Roxo, Duque De Caxias E Gramacho.

No ramal de Deodoro as estações escolhidas pelos golpistas são a de São Cristóvão, Maracanã E Madureira.O número de calotes, no entanto, diminuiu, segundo a SuperVia.

“Há um ano atrás, eram 30 mil evasões por dia. Hoje são 14, 14,5 mil. Temos seguranças em várias estações. Temos um segurança em cada ponta da plataforma que impede esse acesso ilegal”, disse Antonio Carlos Sanches, presidente da SuperVia.

As imagens mostram homens pulando muros e passando por buracos em muros da própria SuperVia em Campo Grande, na Zona Oeste, e em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Nas roletas das estações, as imagens mostram um homem de camisa branca, passando vários cartões no validador. Segundo a SuperVia, são cartões com créditos fraudados, que cobram um valor menor do usuário do que o cobrado na bilheteria.

Outras imagens mostram um homem recebendo dinheiro para passar o cartão fraudado. Em 2019, 58 pessoas foram presas por usar cartões clonados nas estações da SuperVia.  

Este ano foram seis prisões e a polícia continua investigando as fraudes.

“É uma organização criminosa, eles usam software de forma fraudulenta consegue carregar o cartão clonado. Dessa forma eles coagem. Muitas vezes passageiros coadunam com isso, preferem comprar com percentual reduzido e o próprio usuário fomenta essa atividade criminosa. As investigações prosseguem”, disse o delegado André Neves, titular da 57ª DP (Nilópolis).

Fonte: G1, 11/02/2020

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