Dissídio Coletivo 2017/2018

A Aenfer informa que no último dia 18 de maio encaminhou e-mail para todos os sindicatos da base da FNTF em relação ao Dissídio Coletivo 2017/2018.

Segue abaixo a correspondência enviada para conhecimento de todos:

 

Prezado Presidente

Repasso comunicado da Diretoria da AENFER sobre o assunto.

Diante da situação, é vital que nossos representantes, não cedam a qualquer proposta da VALEC que não inclua a determinação do MPT, qual seja o pagamento referentes às perdas inflacionárias, CONFORME RECONHECIDO PELA PRÓPRIA VALEC EM 2014 E PELO MPT NO PARECER DE 21/03/2018.

 

Atenciosamente

Isabel Cristina Junqueira de Andréa
Presidente

 

“Tomamos conhecimento de mais uma artimanha da Valec no sentido de prejudicar, mais uma vez, a categoria ferroviária, manobrando nos bastidores para adiar o julgamento do nosso dissídio coletivo 2017/2018, cuja audiência já estava marcada para o dia 14/05, que pasmem, foi postergada para o dia 11/06, sob o pretexto de novas negociações.
Ora, uma empresa que nunca quis negociar, desde maio de 2017, oferecendo sempre um índice de reajuste de 0%, vem agora, às vésperas da audiência, propor reabrir negociações.

Causa-nos estranheza que com o dissídio suspenso aconteça uma reunião de mediação entre a VALEC e os sindicatos ligados a FNIST no TST no mesmo dia da cancelada audiência, com contraproposta danosa à categoria ferroviária.

Permitimo-nos relembrar que em 2002 aconteceu algo assemelhado, quando assinaram com os liquidantes da extinta RFFSA o famigerado acordo aceitando o percentual de reajuste de 9%, embora já tivéssemos uma sinalização na casa de mais de 20%, o que levou a intensa batalha no TST que resultou num reajuste de 14%.

Aguardamos atitudes firmes da FNTF e dos seus sindicatos na defesa intransigente dos nossos direitos.

Gostaríamos de registrar que a VALEC, a partir de maio de 2014, vem se utilizando do orçamento executado da folha de pagamento dos empregados da extinta RFFSA para atender as promoções e ascensões dos empregados do seu quadro próprio.

Igualmente, a expectativa da AENFER é a de que os Ministros do TST reconheçam a extrema situação de dificuldade da categoria e nos devolvam o que nos é de direito”.

A Diretoria

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