Entrando no ritmo das horas

Parece que está dando certo o apelo que a Aenfer fez à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Em julho deste ano a Associação enviou carta ao órgão para pedir que o relógio da Central do Brasil voltasse a funcionar.

Três meses depois, esta entidade recebeu resposta onde foi informada que os reparos já foram iniciados.

A Aenfer vem registrando nas últimas semanas o trabalho da área externa. Alpinistas subiram e apagaram a parte que estava pichada. Os ponteiros das duas faces estão marcando a hora certa.

Entre as reformas previstas, estão mudanças dentro do sistema de controle do relógio, incluindo acionamento elétrico e motorização; substituição das baterias do subsistema de energia; além de melhorias do comando geral de engrenagens e dos painéis de controle.

O maior relógio de quatro faces do mundo completou 75 anos este ano. Ele fica a mais de 100 metros do chão, cada face tem dez metros quadrados, os ponteiros pesam, juntos, 452 quilos. O do minuto tem 7,5 metros de comprimento e 270 quilos. O das horas, 5,35 metros e 182 quilos. O relógio é  tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Rio desde 1996.

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