Com ‘baixa densidade’ de cargas, Rumo não investirá em ferrovias

Representantes da Rumo, empresa que administra – por meio de concessão – toda a malha ferroviária do Oeste Paulista, confirmaram na manhã desta sexta-feira (28) que, por enquanto, não há demanda suficiente de cargas que justifique investimentos no trecho entre Presidente Epitácio e Ourinhos, que hoje encontra-se inoperante.

Em reunião realizada para apresentar a empresários informações sobre a demanda e valores de tarifas, nesta sexta, em um hotel no Centro de Presidente Prudente, membros da empresa afirmaram que o transporte de cargas via ferrovia só não é realidade por conta da “baixa densidade” verificada na região.

No encontro, que contou com a presença apenas da imprensa e do presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Presidente Prudente, Ricardo Anderson Ribeiro, a Rumo apresentou novos preços por tonelada para o transporte: R$ 155 (de Presidente Epitácio a Santos) e R$ 160 (de Epitácio até Paranaguá-PR).

Os valores são R$ 5 maiores – em cada trecho – que o último valor apresentado pela Rumo, durante reunião em Presidente Prudente, realizada em julho deste ano.

O responsável pelo setor comercial da Rumo, Eudis Furtado Filho, afirmou ainda que “sem garantias”, a empresa não vai investir para melhorar a infraestrutura ferroviária.

“Precisamos de contratos de longo prazo, fechar, efetivamente, negócios, para que haja investimentos no trecho”, disse.

De acordo com ele, dependendo do tipo de carga que pode ser transportado no trecho, a Rumo eventualmente tem condições de modificar toda a infraestrutura da linha férrea entre Presidente Epitácio e Ourinhos, possibilitando, por exemplo, que trilhos mais fortes recebam vagões que possam levar uma quantidade maior de carga.

O responsável pelo setor de Relações Governamentais da Rumo, Bruno Rabello Madalena, afirmou que a possibilidade de novos investimentos no trecho pode ocorrer durante as discussões do processo de renovação de toda a Malha Sul, que integra o trecho da região de Presidente Prudente.

Ele afirmou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pode apresentar estudos de viabilidade do trecho e “negociar” investimentos no Oeste Paulista.

A Malha Sul compreenda a 7,2 mil quilômetros de ferrovias e passa, ainda, pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Isso [investimentos na região] pode entrar nas discussões da prorrogação do contrato de concessão”, afirmou.

Os dois representantes da empresa afirmaram na manhã desta sexta que existe um potencial para transporte de cargas via ferrovia no Oeste Paulista, e por isso, há o interessa da Rumo de prorrogar a concessão.

A empresa apontou também que a mesma situação se verifica no trecho entre Panorama e Jaú, que pertence a Malha Paulista. Havendo interessados, investimentos também podem ser feitos na malha ferroviária.

‘Desafio’

Como noticiado nesta quinta-feira (27) pelo G1, a União das Entidades de Presidente Prudente (Uepp) não enviou representantes à reunião desta sexta. Nenhum empresário compareceu durante o encontro promovido pela empresa.

A entidade havia lançado um “desafio” à concessionária: enviar relatórios de visitas com assinaturas de predispostos clientes com as propostas apresentadas e suas respostas, que subsidiaram ausência de demanda, já comprovada nos autos de um processo judicial.

O responsável pelo setor comercial da Rumo, Eudis Furtado, disse que há registros, sim, de negociações realizadas, confirmados em ata e em documentos que estão de posse da empresa, mas afirmou que a divulgação não é feita porque as tratativas podem conter termos sigilosos.

“Não sei se é o caso [de divulgar], mas temos registros das negociações, sim”, afirmou.

Fonte: G1, 26/12/2018

TCE-RJ determina devolução de R$ 2,7 bilhões desviados da obra da Linha 4 do Metrô

O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) determinou a devolução de R$ 2,7 bilhões desviados da obra da Linha 4 do Metrô. O Governo diz que ainda pode recorrer.

Os responsáveis pela obra, além de devolver os valores, terão de pagar multa. Entre eles, o ex-governador Sérgio Cabral (MDB) e o ex-secretário de transportes Julio Lopes (PP). Além dos gestores públicos, os consórcios construtores também foram responsabilizados a devolver os valores.

Os valores apontados pelo TCE são do somatório de dois processos analisados pela Corte:

  1. Desvio de R$ 1,38 bilhão: Trata de “medição de quantidades maiores do que aquelas efetivamente executadas; pagamentos em duplicidade; e ainda, do pagamento de material entregue e não utilizado”
  2. Desvio de R$ 1,316 bilhão: Trata de “sobrepreço global, decorrente de preços excessivos frente ao mercado”. Neste processo, o Metrô e o Governo do Estado ainda podem apresentar suas defesas.

Segundo o relator do caso, conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, o Estado pagou mais do que foi feito. A estação da Gávea, uma das programadas na Linha 4, sequer foi entregue. Os bens superfaturados representam 58% do dano apurado no processo.

O que dizem os citados

O Governo do Estado diz que ainda não foi notificado e que vai recorrer. Os custos da obra, diz, estão dentro da média mundial.

Lopes afirma que a obra fo idelegada à Casa Civil e que os aditivos foram aprovados por procuradores do Estado. A defesa do ex-governador não foi localizada.

Fonte: G1, 24/12/2018

Trem do Corcovado inicia renovação de frota

No Rio de Janeiro, o tradicional Trem do Corcovado receberá novos trens fabricados pela Stadler na Suíça, mesma fabricante das locomotivas cremalheira que operam em Paranapiacaba, São Paulo.

A indústria, especializada na construção de trens regionais e bondes (inclusive com sistema cremalheira), foi contratada pela operadora do trem, a Esfeco, que possui a concessão da ferrovia até 2034 para cuidar da substituição dos antigos bondes, que operam desde 1979.

A Ferrovia que opera desde 1884, inaugurada pelo Imperador Dom Pedro II, serviu de acesso para os materiais da construção do Cristo Redentor. Seus primeiros trens foram movidos a vapor e os primeiros trens elétricos do brasil, serviram à ferrovia, que tem aproximadamente 4 km de extensão. Ela já transportou autoridades e personalidades das mais diversas esferas, como o Papa João Paulo II, Princesa Diana e até Albert Einstein.

Com os novos trens, o sistema que tem a atual capacidade de 300 passageiros por hora em cada sentido, dobrará para 600 pessoas, além de também unir a acessibilidade universal e algumas inovações, como teto solar, espaço dedicado para bicicletas e também, cadeirantes. Segundo o Presidente da Esfeco, foram “oito anos de negociação e um investimento de 150 milhões” para que a aquisição de novos trens fosse possível.

 

Fonte: Via Trólebus, 19/12/2018

Investimentos na fronteira podem reativar ferrovia

O fechamento do acordo para a importação de ureia da Bolívia por parte do grupo Hinove Agrociência firmado esta semana, em Santa Cruz de La Sierra, deverá ajudar na retomada da malha ferroviária do Estado. O transporte de cargas pela ferrovia está praticamente desativado desde 2015.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Produção e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, o acordo realizado entre os dois países garante a compra de ureia de 2019 a 2028, no volume total de 1,150 milhão de toneladas pelo grupo Hinove. Em contrapartida a empresa irá fornecer tecnologia para melhorar a qualidade da ureia da YPFB. Atualmente, a empresa tem contrato de 300 mil toneladas por ano.

“Hoje, esta ureia é trazida por meio de rodovias, mas transportar um volume destes é impraticável. Por isso, nossa ideia é que a ureia saia da Bolívia e venha até Campo Grande pela ferrovia”, salienta ele,lembrando que testes neste sentido de transportar a matéria prima a granel em silos bag pela ferrovia já foi realizado até Bauru.

Diante do fechamento de acordo , o secretário afirmou ter conversado com a diretoria da Rumo sobre o avanço neste assunto. “A Hinove está pensando em montar um Centro de Distribuição de ureia aqui na Capital, trazendo a matéria prima da planta boliviana de Bulo Bulo”, frisou.

Fonte: Rádio Caçula

Data: 24/12/2018

Ministério lança Portal da Intermodalidade

Um portal inédito e totalmente inovador lançado pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil esclarece, de forma simples e esclarecedora, o conceito da intermodalidade, além de explicar como funciona a matriz de transportes no Brasil. Voltado para especialistas do setor, associações e entidades representativas, empresários, estudantes e sociedade de forma geral, o site aborda as mais diversas nuances da conectividade no sistema de transportes e explica como uma rede eficiente pode impactar na vida do cidadão, na economia brasileira e na competitividade internacional.

 

Acesse: www.transportes.gov.br/intermodalidade

 “O Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo. E para tornarmos os nossos produtos ainda mais competitivos no mercado externo, precisamos de um sistema de transportes totalmente integrado, que conecte nossas rodovias com as ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos. Esse modelo é essencial para o escoamento dos produtos e, consequentemente, para a geração de emprego e renda, e para o desenvolvimento do nosso país”, avalia o ministro dos Transportes, Valter Casimiro.

O projeto apresenta os principais temas relacionados à intermodalidade, as vantagens dessa alternativa de transportes para os produtores, consumidores e para a economia nacional, e os entraves para alavancar de vez este modelo. O portal também traz entrevistas com alguns dos maiores nomes do setor para explicar como funciona a intermodalidade no Brasil e no mundo, o que é o custo-logístico, como os preços dos transportes impactam na vida da população, quais os modais mais baratos, mais rápidos e menos poluentes, entre outros.

Além disso, para ilustrar melhor como funcionam, na prática, os corredores logísticos estratégicos, o site exibe vídeos de dois dos produtos mais importantes na balança comercial brasileira: a soja e a cana-de-açúcar, convidando o usuário a acompanhar o escoamento da produção de soja do Centro-Oeste brasileiro para exportação ou ainda os caminhos da cana e sua distribuição no mercado doméstico.

Os vídeos são desenvolvidos pela tecnologia belga Spott, moderna e inovadora, que torna os conteúdos interativos, aumentando o engajamento do usuário e enriquecendo ainda mais sua experiência com a navegabilidade do portal.

MAPAS

Outra novidade do portal é a apresentação dos corredores logísticos estratégicos que identificam os caminhos usados pelo transporte de cargas para exportação e consumo interno no país. Até o momento, o governo já identificou os corredores de três produtos: os complexos de soja e milho, de minério de ferro e veículos automotores, que podem ser facilmente encontrados na página de Mapas do site. Para navegar, basta escolher o produto listado, selecionar o tipo de mercado que deseja saber (externo ou interno) e apontar os corredores para visualizar as rotas no mapa, que podem ser separadas por região. Pelo mapa interativo, é possível identificar as rodovias, hidrovias, ferrovias e portos dos corredores selecionados com as principais informações sobre cada um deles.

Ao final de toda essa experiência, o usuário encontrará um quiz para testar os seus conhecimentos sobre o tema.

 

Fonte: Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

Data: 20/12/2018

Trens e barcas terão tarifas reajustadas a partir de fevereiro

Rio – As tarifas das barcas e dos trens serão reajustadas a partir de fevereiro do ano que vem. A passagem dos trens vai passar de R$ 4,20 para R$ 4,60, a partir do dia 2 do mês, uma variação de 9,68%. Já a tarifa das barcas vai de R$ 6,10 a R$ 6,30, a partir do dia 12, um aumento de 3,33%. A linha Praça XV-Charitas será reajustada em 4,05%, passando de R$ 16,90 para R$ 17,60, também a partir do dia 12.

Os reajustes foram aprovados pela Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro), com base nos contratos de concessão referentes a 2019. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira.

O aumento da tarifa dos trens (de 9,68%) foi calculado com base na variação do IGP-M (índice de inflação calculado pela Fundação Getúlio Vargas) entre novembro de 2017 e novembro de 2018.

Já para o cálculo do aumento da nova tarifa base das barcas (3,33%) foi considerada a variação do IPCA (índice de inflação calculado pelo IBGE) entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2019 (projetado). Para o serviço Praça XV-Charitas foi usada a variação do IPCA entre novembro de 2017 e novembro de 2018,

A Agetransp reforça que os usuários das barcas e dos trens terão que ser informados pelas concessionárias dos reajustes com 30 dias de antecedência da aplicação deles.

Fonte: O Dia, 21/12/2018

Entrando no ritmo das horas

Parece que está dando certo o apelo que a Aenfer fez à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Em julho deste ano a Associação enviou carta ao órgão para pedir que o relógio da Central do Brasil voltasse a funcionar.

Três meses depois, esta entidade recebeu resposta onde foi informada que os reparos já foram iniciados.

A Aenfer vem registrando nas últimas semanas o trabalho da área externa. Alpinistas subiram e apagaram a parte que estava pichada. Os ponteiros das duas faces estão marcando a hora certa.

Entre as reformas previstas, estão mudanças dentro do sistema de controle do relógio, incluindo acionamento elétrico e motorização; substituição das baterias do subsistema de energia; além de melhorias do comando geral de engrenagens e dos painéis de controle.

O maior relógio de quatro faces do mundo completou 75 anos este ano. Ele fica a mais de 100 metros do chão, cada face tem dez metros quadrados, os ponteiros pesam, juntos, 452 quilos. O do minuto tem 7,5 metros de comprimento e 270 quilos. O das horas, 5,35 metros e 182 quilos. O relógio é  tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Rio desde 1996.

Dnit formaliza criação do Instituto Nacional de Pesquisas Ferroviárias

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), por meio da diretoria de Infraestrutura Ferroviária (DIF), formalizou a criação do Instituto Nacional de Pesquisas Ferroviárias (INPF). Na última quarta-feira (dia 12), a diretoria organizou uma solenidade em que foi ratificado o estatuto da nova entidade. O presidente do instituto é o atual diretor do Departamento de Infraestrutura Ferroviária (DIF) do Dnit, Charles Beniz.

O coordenador de construções ferroviárias do DIF, Jean Carlo Trevisolo de Souza, disse que a ideia de criação de um instituto voltado para pesquisas ferroviárias vem sendo discutida há mais de uma década. Reuniões ainda serão feitas para definir o corpo técnico do Instituto.

“O país nunca teve um instituto que reunisse o setor de pesquisa ferroviária. O Dnit estudou o modelo de outros países para entender como funcionaria e, desde 2003, estamos lutando, acionando os parceiros, os membros. Agora conseguimos alinhar e deu certo”. Em 2016, segundo Souza, o Dnit constituiu um grupo para elaborar estudos de viabilidade financeira para a criação do instituto e de seu estatuto.

Souza disse que as primeiras pesquisas do instituto serão relacionadas às ferrovias de carga. A intenção é que os estudos abordem de maneira mais aprofundada os benefícios dos investimentos no modal para a economia brasileira. Outros estudos analisarão os potenciais dos trens regionais de passageiros.

 

Financiamento

Nos primeiros quatro anos, chamados de período pré-operacional, o instituto pretende se manter com recursos voluntários. Souza disse que há a ideia de fechar parcerias com as operadoras de carga, indústria ferroviária, associações que representam o setor e entidades acadêmicas (como Escola Politécnica da USP, Unicamp e Institutos de Pesquisas Tecnológicas), que poderiam ajudar a dividir responsabilidades, como custos e receitas.

“O INPF também espera contar com o Recurso de Desenvolvimento Tecnológico (RDT), cláusula que pode ser inserida nos novos contratos de concessão das ferrovias”, diz Souza. Além de pesquisas, está prevista a realização de treinamentos e capacitações. A intenção é que o instituto forneça certificações e esteja operando de forma plena daqui a 10 anos.

Estudo divulgado pelo Dnit mostra que o instituto poderia obter, em 30 anos, R$ 555 milhões para investir em pesquisas no modal ferroviário.  Caso o RDT não seja aprovado, já foram mapeadas outras duas fontes de recursos ainda tratadas como prospecção, segundo o coordenador. “Não é algo tão palpável como o RDT, vai depender de uma regulamentação”.

Souza disse que o Instituto de Pesquisa Rodoviária serviu de inspiração para o INPF. O instituto é entidade jurídica de direito privado sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira e patrimônio próprio. “Dessa forma, o instituto não depende exclusivamente de recursos vindos da União. Iremos pedir o título de Organização Social (OS) ao futuro Ministério de Infraestrutura”, disse Souza.

Um dos participantes da solenidade que aconteceu na última quarta, o professor Ary Franck Cordeiro, da Universidade Federal do Pará, afirmou que é gratificante participar de um evento histórico como esse. Ele disse  que, desde que as primeiras ferrovias brasileiras começaram a ser construídas, em 1854, nunca houve um Instituto de Pesquisa Ferroviária. “Chegou a hora de evoluirmos e levarmos a sério as ferrovias se realmente quisermos crescer economicamente”. Ele declarou que o INPF irá impactar não só o setor de pesquisas acadêmicas, que terão um ganho “significativo”, mas toda a comunidade e o desenvolvimento do país.

 

Metrô DF lança centro de treinamento

Foi lançado em Brasília, dia 13/12, o Centro de Treinamento Metroferroviário de Brasília Tereza Eeico. A inauguração contou com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e do presidente do Metrô-DF, Marcelo Dourado.

Segundo a chefe da Divisão de Desenvolvimento de Recursos Humanos do Metrô DF, Mônica Leite de Oliveira, será atendido, prioritariamente, o público interno da companhia e, futuramente, o público externo. “A intenção é contribuir para a melhoria dos serviços prestados aos usuários e atuar mais ativamente junto à sociedade por meio da oferta de atividades educativas e visitas monitoradas, e promovendo ainda a pesquisa e a inovação tecnológica”. disse.

O centro vai desenvolver as seguintes ações:

– Desenvolvimento de programas de capacitação;

– Promoção de cursos, palestras e eventos;

– Oferta ao público externo de eventos de natureza educativa por meio de visitas monitoradas;

– Oferta de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado aos empregados da Companhia;

– Promoção e realização de pesquisas no campo da inovação tecnológica e metroferroviária.

Fonte: Revista Ferroviária, 14/12/2018

Crea-RJ homenageia profissionais e entidades

O Crea-RJ realizou na noite desta quarta-feira, 04/12, a entrega dos Diplomas do Mérito Profissional e a inscrição no livro “Láurea ao Mérito do Crea-RJ” em comemoração ao Dia do Engenheiro.

A AENFER indicou o engenheiro Mecânico Luiz Octavio da Silva Oliveira (in memoriam) para a inscrição no Livro do Mérito. O diretor Cultural e de Preservação da Memória Ferroviária da AENFER Helio Suêvo recebeu o prêmio representando a família do homenageado.

A cerimônia aconteceu no Clube de Engenharia e reuniu profissionais do setor  e familiares que prestigiaram o evento.

 

Anualmente, o Crea-RJ homenageia os profissionais da área tecnológica que contribuíram prestando serviços relevantes à sociedade e ao Sistema Confea/Crea. A entrega dos Diplomas e a inscrição no Livro são marcos do reconhecimento do Crea-RJ a estes profissionais.

Na ocasião, representando a entidade, o vice-presidente da AENFER Alexandre Julio Lopes de Almeida recebeu o Diploma da ABIFER, que foi homenageada por indicação da AENFER em 2016 e, por questões de logística não compareceu à época para receber o diploma.

O vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Leopoldina (AEEFL) engenheiro Jair José da Silva, foi um dos homenageados com o Diploma do Mérito.

Confira a lista dos homenageados de 2018 com Diploma do Mérito

Eng.º de Operação e Construção Civil Antonio Cezar Carvalho Benoliel

Eng.º Civil Fernando Ottoboni Pinho

Eng.º Mecânico Jair José da Silva

Eng.º Civil Julio Ferrarini Maione

Eng.º Metalurgista Luiz Paulo Mendonça Brandão

Clube de Engenharia – CE

Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro – SENGE-RJ

Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ

 

Agraciados com inscrição no Livro do Mérito

Eng.º Civil Fernando Luiz Cumplido Mac Dowell da Costa

Eng.º Civil Fernando Moreira D`Affonseca

Eng.º Eletricista José Chacon de Assis

Geólogo José Eduardo de Barros Dutra

Eng.º Mecânico Luiz Octavio da Silva Oliveira

Eng.º Civil Mario Sérgio de Castro Bandeira