Palestra: A Situação Atual da Engenharia Nacional

“A engenharia nacional está sendo desmontada e a situação do país é extremamente preocupante”. Com essas palavras, o presidente da Academia Nacional de Engenharia, Francis Bogossian, começou sua apresentação no ciclo de Palestras Técnicas, promovido pela Aenfer. Veja todo o material apresentado neste link Francis Bogossian -13-11-19  

  1.    Introdução  –  Cenário

Não há desenvolvimento de uma nação sem engenharia;

Não há engenharia de uma nação sem desenvolvimento.

A engenharia nacional está sendo desmontada. A situação do país é extremamente preocupante! Não me lembro de uma época tão atribulada quanto esta que estamos vivendo nestes últimos anos.

Não há investimentos e nem perspectivas para o setor de obras públicas, a curto prazo. O déficit dos governos federal, estaduais e municipais é monumental. Há dívidas do setor público para com as entidades privadas.

A crise que assola o Brasil exige que se busque um consenso em torno de soluções, tendo por base o interesse nacional. Não existe nação forte sem empresas nacionais fortes.

A Situação Atual da Engenharia Nacional

  1.    Introdução  –  Cenário

Não há desenvolvimento de uma nação sem engenharia;

Não há engenharia de uma nação sem desenvolvimento.

A engenharia nacional está sendo desmontada. A situação do país é extremamente preocupante! Não me lembro de uma época tão atribulada quanto esta que estamos vivendo nestes últimos anos.

Não há investimentos e nem perspectivas para o setor de obras públicas, a curto prazo. O déficit dos governos federal, estaduais e municipais é monumental. Há dívidas do setor público para com as entidades privadas.

A crise que assola o Brasil exige que se busque um consenso em torno de soluções, tendo por base o interesse nacional. Não existe nação forte sem empresas nacionais fortes.

O combate à corrupção é essencial e deve ser mantido, mas não pode ser usado para provocar a estagnação da economia nacional. Não se pretende deixar de culpar os comprovadamente ilegais. A proposta a ser estudada teria como meta que as punições aconteçam, preservando ao máximo as empresas como um todo, sem levar ao desemprego profissionais probos, competentes e, ainda, a mão de obra dita “não especializada”, que está sem seu pão a cada dia.

Hoje, o setor que mais atua nas empresas de engenharia, ocupando patrões e empregados, é o de Recursos Humanos, para homologar indesejadas e desgraçadas rescisões contratuais. E já está começando a faltar dinheiro até para isso.

A Situação Atual da Engenharia Nacional

  1.    Introdução  –  Cenário

Não há desenvolvimento de uma nação sem engenharia;

Não há engenharia de uma nação sem desenvolvimento.

A engenharia nacional está sendo desmontada. A situação do país é extremamente preocupante! Não me lembro de uma época tão atribulada quanto esta que estamos vivendo nestes últimos anos.

Não há investimentos e nem perspectivas para o setor de obras públicas, a curto prazo. O déficit dos governos federal, estaduais e municipais é monumental. Há dívidas do setor público para com as entidades privadas.

A crise que assola o Brasil exige que se busque um consenso em torno de soluções, tendo por base o interesse nacional. Não existe nação forte sem empresas nacionais fortes.

O combate à corrupção é essencial e deve ser mantido, mas não pode ser usado para provocar a estagnação da economia nacional. Não se pretende deixar de culpar os comprovadamente ilegais. A proposta a ser estudada teria como meta que as punições aconteçam, preservando ao máximo as empresas como um todo, sem levar ao desemprego profissionais probos, competentes e, ainda, a mão de obra dita “não especializada”, que está sem seu pão a cada dia.

Hoje, o setor que mais atua nas empresas de engenharia, ocupando patrões e empregados, é o de Recursos Humanos, para homologar indesejadas e desgraçadas rescisões contratuais. E já está começando a faltar dinheiro até para isso.

Empresas são formadas, majoritariamente, por profissionais, que aplicam seus conhecimentos e habilidades no desenvolvimento de equipes técnicas formadas e treinadas ao longo de décadas. Estas equipes estão sendo desmanteladas. As construtoras brasileiras, por exemplo, também têm o

papel de educar. São estas empresas que empregam mão de obra não qualificada e analfabeta. Cursos de alfabetização são comuns nos canteiros de obras, assim como o treinamento dos trabalhadores sem qualificação, que são contratados como serventes e se profissionalizam como pedreiros, encanadores, etc. É por eles que precisamos lutar! Colapsar as empresas brasileiras de engenharia é extinguir nossa soberania.

O engenheiro tem os mais diversos e múltiplos papéis na Indústria, notadamente na da Construção que é a que vou me ater por ter sido aí que nasci, cresci e estou ora fadado ao início da morte profissional.

 Considero ser a Indústria da Construção a mola alavancadora do desenvolvimento nacional e considerando ainda ser esta a indústria que ágil e rapidamente emprega a mão de obra não qualificada é, sem dúvida, fator preponderante de desenvolvimento social.

 É lícito, portanto, concluir que o engenheiro, junto à indústria da construção, desempenha não só papéis diversos e múltiplos como também, dentre outros, este importante papel social e econômico.

Os Perigos da Informatização Excessiva e Generalizada

A ferramenta de informática veio, sem dúvida, para auxiliar decisivamente os engenheiros.  Dos cálculos aos desenhos e controles de toda a espécie, às vezes chega-se a pensar o que seria de nós engenheiros sem a informática.

Mas não podemos nos esquecer de que é ela uma bela ferramenta, porém mera auxiliar do engenheiro.

A concepção, a análise crítica, o “bom senso” são características do ser humano e aí o computador nada pode fazer.

Isto sem falar nas relações humanas e sua interferência no produto final – a obra.

A Terceirização Indiscriminada e seus Riscos

  A crise na engenharia brasileira tem levado, nos últimos dez anos, ao desmantelamento de nossa “inteligentzia” em engenharia.    As empresas não conseguem mais sustentar seus departamentos multi-disciplinares, se transformando em gerenciadoras de subcontratações.  Subcontrata-se hoje o que se pode, o que se deve e até o que não se pode e não se deve.

 Como iremos assim continuar conquistando mercados pelo mundo afora?

Como vamos continuar adquirindo “know-how” para transmitir aos mais jovens?

 É como se disputar um jogo convocando os jogadores no dia da partida.

 O Governo tem aí uma função a desempenhar da qual se está descuidando nos últimos anos.

  1. O Estado em que se encontra a engenharia no Brasil

 

2.1. Projetos sem Estudos /com Estudos Insuficientes

 

É fato que uma das principais razões de um projeto deficiente diz respeito à insuficiência/inexistência de estudos, levantamentos e investigações geológico-geotécnicas.

 Um projeto bem elaborado deve ter dados confiáveis e em número suficiente para o seu desenvolvimento. Também é fundamental que os estudos, levantamentos e plano de prospecção do terreno sejam programados pelo próprio projetista e não por terceiros.

De um modo geral um projeto não deve prescindir dos seguintes estudos:

  • Mapeamento geológico
  • Estudo hidrológico
  • Levantamentos topográficos e cadastrais
  • Ensaios geotécnicos de campo e laboratório
  • Sondagens geotécnicas do terreno
  • Provas de carga
  • Modelos reduzidos
  • Outros, dependendo da especificidade do projeto
  • Instrumentação

Na realidade atual, o que se constata é a precariedade dessas informações por diversos motivos, dentre os quais:

 

  • Pouca disponibilidade de recurso pelo cliente
  • Prazo reduzido
  • Empresas de baixa qualificação
  • Pouco comprometimento do projetista em exigir do cliente os estudos e defender um bom projeto
  • No setor público, dificilmente a contratação dos estudos e levantamentos é feita de modo criterioso, sob a orientação do projetista. Em geral as planilhas referentes a tais serviços, na fase de licitação da obra ou do projeto, são feitas pelo contratante público que não tem qualquer conhecimento técnico sobre o projeto.
  • No setor privado, em geral, o projetista é pressionado para realizar o mínimo de estudos e levantamentos possível para reduzir o custo do empreendimento e também não atrasar a obra. Ou então, já recebe do cliente os estudos e levantamentos, sendo difícil convencê-lo da necessidade de eventual complementação.
  • Portanto, o cenário ideal que se deve buscar em que o projetista tem autonomia para programar os estudos necessários para desenvolvimento do projeto, sem restrição de custo ou de prazo é bastante distante da nossa realidade.
  • Cabe ressaltar que o custo dispendido em uma campanha de boa qualidade de estudos/investigação é muito baixo, se comparado ao do empreendimento. É que os custos de recuperação/reparo devido  a uma campanha deficiente são ainda mais relevantes.

2.2. Obras  sem  Projeto /Obras com deficiências de Projeto

É fato cada vez mais comum na contratação para execução de uma obra de engenharia deparar-se com situações de deficiências de projeto. Por:

  • Concepção equivocada
  • Detalhamento insuficiente
  • Quantitativos de serviços levantados incorretos
  • Prazo de elaboração incompatível
  • Outros

Tais problemas ocorrem em obras contratadas junto ao setor privado e, principalmente, junto ao setor público.

 Projetos mal desenvolvidos acarretam:

  • Obras mal executadas ou não finalizadas
  • Aditivos de contrato
  • Obras “abandonadas”
  • Acidentes
  • Custos elevados de manutenção futura

Insatisfação do cliente e da sociedade em geral

No setor público, o contratante prioriza a entrega da obra dentro do seu mandato como governante, sem valorizar devidamente o desenvolvimento do projeto que “não rende votos”.

 No ambiente privado, a contratação é delegada ao setor de suprimentos, sem o devido suporte da área técnica. A compra de projetos de engenharia é feita com o mesmo critério que se compra parafusos ou maçanetas, qual seja, pelo menor preço.

 

 

 

 

2.3. Obras Paralisadas

Trata-se de um dos mais graves problemas na gestão da nossa engenharia. O cenário de obras paralisadas pelo setor público, a nível municipal, estadual ou federal é simplesmente assustador.

É um total desrespeito ao contribuinte que paga pela obra e é o cliente final, que as diversas entidades controladoras permitam que isso aconteça de forma sistemática.

Diversos fatores podem se apontados como causa para tal descalabro:

  • Obras contratadas sem o devido recurso financeiro empenhado
  • Obras contratadas com projeto deficiente
  • Obras contratadas a preço abaixo da realidade
  • Gestão deficiente pelo poder público
  • Empresas inidôneas e desqualificadas
  • Corrupção
  • Outros

O custo de paralisação e futura retomada é extremamente elevado devido aos diversos custos incorridos como:

  • Desmobilização e nova mobilização
  • Custos de administração
  • Depredação e vandalismo
  • Custos sociais para a comunidade no entorno
  • Custos para a sociedade pela não entrega da obra.

É fundamental que obras de engenharia sejam contratadas dentro das seguintes condições:

  • Custos e prazos dentro da realidade e não para atender interesse político
  • Licitação pelo melhor preço e não pelo menor preço
  • Recurso garantido para execução da obra
  • Responsabilização do gestor público no caso de paralisação da obra
  • Participação ativa de entidades fiscalizadoras como MP, TC.

 

 

 

2.4. Assistência Técnica à Obra (ATO)

O acompanhamento técnico da obra por parte do projetista constitui um fator de relevante importância para o sucesso do empreendimento.

Durante a fase de implantação da obra é de fundamental importância o “olho” do projetista no canteiro de obras com as seguintes atribuições:

  • Ser o elo de ligação entre o construtor e o projetista
  • Diminuir dúvida relativas ao projeto, evitando atrasos no cronograma e eventuais equívocos no entendimento do projeto por parte do construtor.
  • Dar suporte técnico ao construtor na implantação da obra.
  • Acionar a equipe de projeto sempre que necessário para eventuais ajustes/alterações ao projeto.

 

2.5. Instrumentação e Monitoramento

 Obras de engenharia precisam, via de regra, ter seu comportamento / desempenho ao longo do tempo devidamente monitorado para verificar eventuais anomalias prejudiciais à estabilidade.

Obras como túneis, barragens, estruturas de contenção, dentre outras, devem ser obrigatoriamente instrumentadas para medir deslocamentos e esforços, de modo a compará-los com as premissas do projeto.  Piezômetros, inclinômetros, células de carga, provas de carga e outros são fundamentais para aferir o comportamento de uma estrutura.

 Acidentes ocorridos recentemente em barragens de rejeito par mineração, de grande impacto em termos de vidas perdidas e danos ambientais, demonstram a importância de monitorar as por opressões e os deslocamentos do talude de uma barragem.  Mais recentemente uma barragem vem sendo monitorada diariamente e a população avisada do risco de ruptura iminente.

2.6. Manutenção de Obras

Qualquer construção seja uma edificação, uma estrada, uma barragem, um viaduto, um túnel ou outra qualquer necessita de manutenção periódica para garantir a sua vida útil com segurança.

É consenso na engenharia que uma manutenção adequada previne acidentes e obras reparadoras a um custo muito menor. Por que então não se faz manutenção regularmente no Brasil? Algumas possibilidades:

  • Por desconhecimento da importância do tema
  • Por falta de recursos
  • Por falta de legislação que obrigue
  • Por omissão/negligência

No caso específico das barragens temos a Lei de Segurança de Barragens que obriga o empreendedor a realizar revisões periódicas de manutenção, mas para as demais cabe ao dono da obra essa responsabilidade, que em geral é negligenciada.

É fundamental que o executor ao final da obra entregue um Manual de Operação e Manutenção para que o contratante saiba quais recomendações deve seguir para garantir o satisfatório desempenho da mesma.

 Os grandes centros urbanos do Brasil apresentam, de modo geral, estruturas como viadutos e túneis em péssimo estado de conservação oferecendo enorme risco à população. Acidentes se sucedem com vítimas e custos significativos de recuperação.

 Obras de estabilização de encosta necessitam de vistorias periódicas para verificação do estado dos tirantes, ancoragens, estruturas de contenção e sistema de drenagem. Um dos principais motivos de escorregamentos de encostas está relacionado à deficiências ou entupimento de dispositivos de drenagem.

É fundamental que se mude no Brasil a cultura da reparação pela prevenção, para a qual a manutenção é um dos principais pilares.

 Devido à grave crise financeira por que passam os estados e municípios, a verba destinada à manutenção das obras é cada vez menor. Isso representa um grave risco para a população devido a possibilidade de acidentes como ocorreram recentemente no RJ, por exemplo, município em que a dotação orçamentária da Fundação GeoRio, responsável pelas encostas da cidade, vem decrescendo ano após ano.

É papel da nossa engenharia realizar os serviços de manutenção necessários para garantir a estabilidade das obras. A sociedade em geral deve exigir os recursos necessários para tal

2.7. O menor ou o melhor preço para as obras públicas?  E a qualidade?

Quando entrei no mercado da engenharia, na década de 60, no Brasil se estudava, se projetava e as obras eram executadas com acompanhamento técnico.  Nas últimas décadas essa prática foi se reduzindo gradativamente e se passou a licitar com menos estudos, sem projeto executivo, até mesmo sem projeto básico e, muitas vezes, sem anteprojeto.

Até os anos 80, um mercado com boa oferta e serviços e preços realistas permitia aos executores das obras programar estudos complementares, promover revisões dos projetos e acompanhar “pari passu” a sua execução.  A regra que passou a predominar mais adiante, com a redução das oportunidades, foi a das licitações com maior carência de dados e com condições econômicas desfavoráveis.

Em uma obra de engenharia, além, evidentemente, dos aspectos técnicos a questão econômica é determinante na escolha da melhor solução.  Em um quadro de escassez de recursos federais, estaduais e municipais a correta aplicação das verbas disponíveis precisaria ser um objetivo constante dos órgãos públicos o que não vem acontecendo.

Os riscos econômicos e humanos ao se adotar uma solução que, devido ao baixo custo, deixe a desejar tecnicamente, são muito altos e devem ser avaliados criteriosamente por parte dos projetistas e dos proprietários (poder público, em grande parte dos casos).  A busca pela solução de menor custo deve ser sempre a meta do projetista, desde que devidamente embasada nos aspectos técnicos e de segurança.

Com ultimo fator relevante para a excelência das obras, destaco o acompanhamento do desempenho da pós-construção. 

O Sistema de Gestão da Qualidade ISO-9001:2015 preconiza que todas as obras sejam entregues com um documento denominado Manual do Usuário.  Esse é o caminho para que as obras sejam devidamente acompanhadas, definindo-se as responsabilidades.

Estamos cada vez mais sucateados.  A qualidade como meio de evitar o retrabalho a gestão de resíduo para proteger o meio ambiente e afastar o nosso imenso desperdício, enfim, vêm fazendo com que muitas empresas invistam em consultorias de gestão, também de segurança e saúde ocupacional e de responsabilidade social, para se capacitarem a licitar, por exemplo, no Sistema Petrobras.

Não se pode culpar apenas os contratantes.  As empresas de engenharia, por mais absurdo que possa parecer, ainda oferecem descontos sobre os preços para ganhar obras públicas.  Os contratantes alegam que a maioria das obras é realizada dentro de padrões de desempenho, prazo e qualidade satisfatórios.  As questões que deixo para reflexão de todas as partes envolvidas, contratantes e contratados são:

 Como fica a responsabilidade social dos governos e das empresas com obras apenas satisfatórias e quando muito, provendo o mínimo cumprimento das exigências legais e previdenciárias?

Como fica a sociedade, em todos os níveis, diante dessas obras apenas satisfatórias?

Como fica o papel da engenharia, diante de obras apenas satisfatórias, realizadas com equipamentos sucateados e canibalizados, carente das modernas e consagradas ferramentas de gestão, por falta de recursos, provocada pelas obras a preço de custo, quando não bem abaixo?

As obras públicas jamais deveriam ser iniciadas sem projetos executivos.  Por mais que haja pressa ou razões político-partidárias, nada há que justifique obras como vêm sendo executadas pelo país afora, sem projetos executivos e sem os estudos prévios.

É também triste constatar que, lamentavelmente, hoje, exige-se sempre o menor preço em vez do melhor, que é o que propicia qualidade e segurança.

O país cresceu, e o nível de escolaridade da população melhorou muito.

 O Brasil é um país democrático, e as instituições funcionam.  Facilitar a vida dos cidadãos e puni-los quando desrespeitarem as leis é muito mais sensato do que criar milhões de leis, que não se consegue cumprir, para as quais existem um milhão de interpretações e só contribuem para criar “jeitinhos” que não beneficiam nem o poder público, nem a população.

  1. Perspectivas

Continuar tudo como dantes no quartel de Abrantes?

 

Sugiro então que o Poder Público, agindo do modo mais consequente, antes de adotar medidas de tal forma drástica , que constituísse comissão notável para estudar o problema e propor uma solução emergencial. Comissão esta que reunisse entidades nacionais de engenharia — tais como a Academia Nacional de Engenharia, as Universiddes, os clubes e institutos de Engenharia do Brasil os CREAs de todos os estados da federação e todas as entidades supra citadas sob a coordenação geral/nacional do CONFEA para, em prazo emergencial pré-estabelecido, apresentar alternativas que visem a preservar a engenharia brasileira, setor fundamental ao desenvolvimento científico e tecnológico, ao progresso, à infraestrutura e à subsistência do país.

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