Histórias inesquecíveis

Vamos reviver nossas histórias, momentos inesquecíveis, marcantes, engraçados…Se você tem alguma história, conte-nos. Recordar é viver. 

Lembramos que a proposta da Aenfer é que cada um elabore um texto de até 20 linhas, utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12, falando um pouco de algum momento relevante de sua trajetória profissional e nos envie para o e-mail aenfer.silmara@gmail.com , para que essa memória fique registrada em nosso site e não se perca com o tempo. Vamos a mais um capítulo da história do nosso associado Marcelo do Valle Pires

ESTAÇÃO DE TINGUÁ: UMA ESPERTEZA

Apareceu um dia, talvez de 1988, no Departamento de Contencioso – NGRF (quem se lembra dessas siglas?), uma religiosa de nacionalidade francesa que informou estarem descendentes de antigos ferroviários sendo forçados a abandonar suas moradias, construídas em área da RFFSA, porque alguém entrou com ações contra eles.

Resolvi acompanhado de Franklin e Aldivan, da Diretoria de Patrimônio, ir ao local, já tendo sido informado tratar-se da Estrada de Ferro Rio D´Ouro, há muito desativada. Lá encontramos na praça: a caixa d´água, o triângulo de manobra, um lado cruzava a praça e o outro lado passava por trás da estação, ainda com os trilhos. No prédio da estação, esquina da praça, e em outras moradias próximas, mais modestas, viviam os tais descendentes.

Fui examinar as ações de reintegração de posse, em que a RFFSA fora chamada a compor a lide. O autor demonstrava ter adquirido a propriedade em escritura de cessão de direitos hereditários de imóvel situado na rua próxima à referida praça. Já que era cessão de direitos hereditários, pedi vistas do inventário que tramitava no fórum de Nova Iguaçu.

Nos autos do inventário estava descrito que o quinhão adquirido tinha sua divisa a cerca de 40 metros da esquina da praça. Aí, veio a esperteza! Informou o adquirente, naqueles autos, que tinha se enganado, o limite do quinhão era a esquina da praça. Com isso ele anexou toda a área em que estavam às construções e, de imediato, averbou, na prefeitura de Nova Iguaçu, as benfeitorias “construídas por ele”.

Como os imóveis estavam, de fato, desafetados do patrimônio da RFFSA, a União deveria entrar com a RFFSA nos autos do inventario e desmontar a farsa. Fiz a petição e União, por intermédio do MPF assinou, junto com a RFFSA (na época o MPF funcionava como AGU), e foi fácil convencer o Juiz a determinar o deslocamento do processo para o Foro Federal do Rio de Janeiro, inclusive com a juntada da foto da Estação que exibia o ano de sua construção: 1915. Ainda ironizei na argumentação: ou ele construiu a estação ainda bebê, ou como empreiteiro na encarnação passada. Todas as outras ações foram extintas.

Do associado Marcelo do Valle Pires

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Momentos para recordar

Condensar mais de quarenta anos, mesmo que apenas com apenas bons momentos é difícil. A ferrovia é uma atividade que se presta à muita emoção.

Diria que o primeiro grande momento foi a própria admissão na RFFSA, na época em que não existia o prédio na Central. O departamento de eletrotécnica funcionava na rua Visconde de Inhaúma, local próximo à Candelária. Meu primeiro trabalho foi muito emocionante: desenvolver o projeto de integração das comunicações entre Superintendências, cobrindo todo o sistema ferroviário nacional. Infelizmente todo o meu grupo já não está presente!

Outro grande momento foi quando fui designado para ir estagiar na SNCF, da França, através da Sofretu, com a finalidade de absorver tecnologia em sistemas de sinalização e telecomunicações ferroviárias. A França, na época, era considerada a líder no campo ferroviário. De destacar nesse período é que pude assistir pela primeira vez testes de um protótipo de carro ferroviário tracionado com base em tração eletromagnética, isso em 1969 ! No Brasil temos o Maglev, em fase experimental, na ilha do Fundão, com tecnologia pioneira, podendo ser visitado. O que impressiona é a França ter perdido a liderança neste campo para a Alemanha e países do Oriente, China e Japão.

Outro grande momento foi quando da participação da criação da CBTU, após o malfadado projeto da Ferrovia do Aço. Estando a trabalhar em grupo constituído pela RFFSA para os sistemas operacionais, acabei por ser integrado na nova empresa.

Finalmente, já aposentado, ter sido designado para ganhar a condecoração Paulo Frontin da AENFER.

 

Momento Histórico do associado Maurício F G de Souza

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No momento histórico dessa semana, o advogado Marcelo Pires, nosso associado, divide essa passagem da vida dele que ficou marcada em sua memória. A nossa proposta continua. Envie você também a sua história para compartilhar conosco. Estamos aguardando. Envie para aenfer.rj@gmail.com

 

Na minha propriedade não passa de jeito nenhum!

Esta foi a informação que chegou ao Departamento de Desapropriações da Engefer, na segunda metade da década de 1970, vinda da Residência Técnica da Ferrovia do Aço, Jeceaba, ocasião em que se implantava linha de transmissão elétrica necessária às obras daquele projeto.

Sempre havia advogado da empresa, percorrendo as comarcas de jurisdição do trecho da Ligação Ferroviária BH-Itutinga-SP, com Ramal para Volta Redonda – nome oficial da
Ferrovia do Aço.

Não me lembro de qual advogado foi deslocado na ocasião para lá, se Ricardo Brandão, Alexandre Gazé, Roberto Tostes (já falecido) Emmanuel Murtinho ou Marco Aurélio e Fernando Durão, os dois últimos foram admitidos em 1979.

A orientação era para conversar diplomaticamente com o proprietário para resolver o impasse, que segundo se dizia estava irredutível. Estudava-se, enquanto isso o plano B, ou declaração de desapropriação de utilidade pública, ou possivelmente, na época, uma limitação administrativa para uso da faixa necessária à referida linha, dependendo do resultado.

Naquela época, sem celular, obviamente sem internet e sem telefone fixo nas Residências Técnicas, o único meio de comunicação era a telegrafia, cujos pontos e traços sonorizavam o ambiente. Os receptores transformavam em texto aquela monotonia.

Chegou a mensagem finalmente. O proprietário esclareceu ao advogado: Olha doutor, estão dizendo que essa linha vai passar lá naquele morrinho, mas a minha propriedade não vai até lá, por isso não passa de jeito nenhum aqui.

 

Momento Histórico do associado Marcelo do Valle Pires

 

 

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Todos nós temos muitas histórias da nossa vida profissional. Cada momento é importante e faz a diferença.  Conheça algumas das atividades do associado, engenheiro ferroviário Luiz de Lucca Silva. Ele participou do nosso quadro “Histórias Inesquecíveis”. Conte a sua também!

Minha História

Formei-me em 1957 como Engenheiro Civil pela antiga Escola Nacional de Engenharia e fui imediatamente nomeado Engenheiro Residente tornando-me, com vinte e quatro anos de idade, responsável por um trecho com cerca de 400 Km de extensão, aí incluídas a superestrutura e a infraestrutura da via e todas as instalações fixas situadas na faixa de domínio da estrada.

Posteriormente a essa fase inicial de minha carreira (“fase estática”), seguiu-se para mim a fase da locomoção (“fase dinâmica”). Ao longo dos anos 1960 a Central do Brasil esteve desempenhando um importante papel no transporte de carga geral — predominantemente de matérias primas. Objetivando ampliar sua capacidade operacional de modo a torná-la compatível com a crescente demanda, a RFFSA adquiriu 45 locomotivas diesel-elétricas de 1800 HP. A oficina de Conselheiro Lafaiete (MG) foi alocada para a manutenção dessas locomotivas, sendo eu destacado para exercer a chefia dessa oficina, tendo então menos de trinta anos de idade.

Em uma terceira fase de minha carreira fui trabalhar em atividades de planejamento, programação e controle da operação ferroviária como um todo, abrangendo toda a malha ferroviária constitutiva da RFFSA, aí incluídas as operações nos pátios e terminais e o movimento dos trens.

Nesta oportunidade, devo manifestar meu entusiasmo e meu orgulho por ter trabalhado na RFFSA, tendo assim contribuído para que a empresa cumprisse enquanto pode — com eficiência e a baixo custo operacional — sua missão de assegurar o fluxo massivo de bens e valores através das mais longínquas regiões do País, apesar do comportamento deletério de certos detentores do poder decisório a nível nacional que acabaram levando a empresa à extinção — na contramão  do que vem ocorrendo nos países mais desenvolvidos do planeta.

Momento histórico do associado, eng. Luiz de Lucca Silva

Aguardamos também a sua história. Envie para aenfer.silmara@gmail.com 

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Às vezes um simples agradecimento e o reconhecimento da oportunidade resumem uma trajetória profissional. São histórias inesquecíveis como a do nosso associado Rosemildo Neves Alcântara que dividimos com você.

Minha História é de agradecimento

Através do caderno de emprego nos  jornais em 1975, estavam abertas as inscrições para várias empresas: Estaleiro Caneco,  RFFSA, ISHIBRAS S/A, ETC..e a Polícia Militar.

Fui Militar durante 04 anos. Com baixa militar fiz os concursos, e logrei êxito em todos. Ocorre que, quem me abriu a oportunidade foi a RFFSA.

Fui contratado como Auxiliar de Agente de Estação, já entrei formado em Tec. de Contabilidade.

Houve uma oportunidade na Divisão Especial Subúrbios do Grande Rio na área contábil para implantação da mesma, através de Cessão do Dr. Diamantino, fui para área financeira.

Bom, para não alongar, passei por vários setores da ADM Financeira, fui Contador, chefiei vários setores, Financeiro e Contábil, Coordenador de Finanças e Contabilidade da STU/RJ,e da FLUMITRENS.

Hoje aposentado da RFFSA, me orgulho muito e agradeço a Deus e à RFFSA.

Meu muito obrigado seria pouco. Gratidão total é a Palavra.

 

Momento histórico do associado Rosemildo Neves Alcântara 

Aguardamos também a sua história. Envie para aenfer.silmara@gmail.com

 

 

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A história inesquecível dessa semana será do nosso associado Luiz Fernando Dias Aguiar. Ele nos enviou e estamos dividindo esse momento com vocês.

Aguardamos também a sua história. Envie para aenfer.silmara@gmail.com

Recordar é viver

Em 1976, com a criação da Divisão Especial Subúrbios do Grande Rio, fui designado para chefiar o setor de Desenvolvimento de Pessoal recém criado, ao qual cabia, entre outras tarefas, a coordenação de treinamentos ligados às áreas operacional, administrativa e gerencial.

Ocorre que estas atividades não estavam organizadas e particularmente na área operacional os empregados aprendiam na prática baseados nas experiências de empregados mais antigos. Os treinamentos destinados à formação do pessoal da tração (maquinistas de TUEs e locos diesel) me surpreenderam pois até então não seguiam nenhum método didático: eram ministrados por empregados que tinham bom conhecimento e prática das funções. Só que eles também haviam aprendido na prática e só conheciam este método. Eles não eram conhecidos como instrutores mas como fiscais de tração!

Quando liderei um movimento de organizar e disciplinar os cursos encontrei boa resistência. Por exemplo: não admitiam qualquer ensino em sala de aula só acreditando em aulas de campo. Quando propus preparar apostilas com os conteúdos sobre os trens, a sinalização, regulamentos rejeitaram veemente dizendo que isso era impossível.

Assim como rejeitaram a ideia de adotar  provas escritas sobre os conteúdos ensinados (até então tudo era feito no modo verbal).

Com jeito e muito empenho eu e mais 2 colegas com formação pedagógica motivamos e incluímos os antigos instrutores em cursos de formação de instrutores. Outra surpresa acontecia em relação à duração dos cursos que eles ministravam. Como não havia um cronograma de aulas quando eu perguntava qual a data do término do curso eles me respondiam ”só quando os alunos demonstrarem estar preparados”.

Quanto a isso ficava difícil discordar. No entanto curioso é que o final de todos os cursos por eles ministrados só ocorriam no início do mês.

Fui procurar o motivo; é que os instrutores praticamente obrigavam os alunos a pagarem para eles um almoço de congraçamento numa churrascaria rodízio. (Lembrando que os salários eram pagos no início de cada mês). Só então as aulas e o treinamento chegavam ao final!

Momento histórico do associado Luiz Fernando Dias Aguiar, Admitido em 1970 na Estrada de Ferro Leopoldina, atuando nos anos seguintes na SR3, na Divisão de Subúrbios do Grande Rio e a partir de 1984 na CBTU até a sua aposentadoria.

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Em continuidade à nossa proposta, publicaremos uma história inesquecível vivida pelo engenheiro Carlos Alberto de Oliveira Joppert, que nos enviou para ser compartilhada por todos. 

Aguardamos também a sua história. Envie para aenfer.silmara@gmail.com

 

O primeiro plantão a gente nunca esquece

Logo após ser sabatinado e admitido no mês de dezembro de 1969 por uma junta de engenheiros, dos quais recordo de Geraldo Guimarães, Álvaro Frontin Werneck, Abreu Pinto, Huber Moura Vianna e Dr Hasermann, fui encaminhado pelo temido Dr Aldo Marsili para Conselheiro Lafaiete, berço do nosso Mirandinha. Devo esclarecer que, oriundo afortunado das praias cariocas, de Minas Gerais e ferrovia só conhecia seus queijos e linguiças, e dormente, cidadão dorminhoco.

E lá chegando, apresentei-me ao chefe do depósito de locomotivas e vagões Martiniano Lauro Amaral de Oliveira para ser seu engenheiro auxiliar. Duas semanas depois, ainda engatinhando nos mistérios dos caminhos férreos, fui escalado para o plantão de fim de semana, responsável por todo o complexo ferroviário da região. Enorme desafio, pois teria que enfrentar quaisquer emergências atinentes aos seguintes setores chefiados pelos respectivos inspetores: Via Permanente (Antônio Fernando Vieira Braga), Sinalização (Rogério Dutra Pimentel Barbosa), Tráfego e Movimento (Sidney Soeiro Guimarães) e do meu próprio, Depósito e Tração.

Às dezesseis horas da sexta-feira começa o plantão. Fico em quarentena junto ao telefone. Passa o resto da sexta, e o telefone mudo… Passa sábado, idem…Domingo quase acabando, às 21 horas, o telefone berra. Com o coração na boca, ouço uma voz cavernosa: “Doutor Joppert, boa noite. Aqui é o supervisor Falcão na escala, tenho a lhe informar que a equipagem do Caé 122 venceu na moeda prendendo o Dequatro. O senhor autoriza esticar?” Estranhando ainda tratamentos tipo doutor e senhor, e com o Espírito Santo me iluminando, deduzi pelo tom de voz do supervisor Falcão, que deveria ser alguma coisa “gravíssima”. Sem ter noção do que se tratava, mantendo minha soberba de engenheiro, sentenciei: “Autorizo, mas que o fato não se repita.” E desliguei o telefone incontinente…

Insone por achar que seria demitido, na segunda-feira ensinaram-me:  

– Escala é o local que trata da movimentação e controle das horas trabalhadas dos maquinistas e seus auxiliares.

– Equipagem é o conjunto Maquinista e Auxiliar de Maquinista.

– Caé 122 não é gente, é o KE 122, prefixo de um trem com minério de ferro.

– Dequatro, ou melhor D-4, é o prefixo do trem de passageiros Vera Cruz.

-Vencer na moeda não é na purrinha, significa superar as horas regulamentares autorizadas.

– Esticar é prosseguir viagem.

– E finalmente, moeda é a linda cidadezinha Moeda, no ramal do Paraopeba…

Momento histórico do associado, eng. Carlos Alberto de Oliveira Joppert

 

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A partir de agora vamos reproduzir as histórias que chegarem. Começamos com o momento inesquecível do nosso associado, engenheiro Maurício Gomes de Souza. Se você ainda não enviou a sua história, veja como participar no final da nossa primeira participação.

 

Não dá para esquecer nunca !

Por incrível um dos grandes momentos da minha vida profissional foi quando fui admitido na RFFSA, nos idos de 1965.

Formado apenas havia três anos, com excelente perspectiva na carreira, trabalhando em empresa de aviação, a mais importante na época, a Panair do Brasil, da noite para o dia, o governo (pouco após março de 1964), decidiu cortar a concessão da empresa e nos vimos todos os cerca de cinco mil funcionários, eu no meio, sem emprego !

Fui tomado de brutal ansiedade, pois, casado recentemente, minha esposa grávida, tendo de pagar aluguel, despesas com prestações, não tinha pai e minha mãe não dispunha de recursos, o mesmo ocorrendo com os pais da minha companheira, saí procurando emprego, pois também não tinha padrinhos. Pelo jornal. Um anúncio da RFFSA, coincidentemente para preencher vaga na área de minha especialização!

Feitos os exames, prova técnica e exame psicotécnico, que então eram feitos, fui selecionado! Era para trabalhar no Departamento de Eletrotécnica da então Administração da Rede, que ainda não tinha o prédio da Central (aquele envidraçado),

O local era a rua Visconde de Inhaúma, próxima à Candelária. O Diretor era o engenheiro Geraldo Soares Albergaria, o superintendente o engº Nelson Ribeiro de Castro e o chefe de Depto, o engº Carlos Anders. Todos os companheiros de trabalho eram excelentes profissionais e amigos. Infelizmente ninguém destes sobrevive.

O projeto foi implantado com sucesso. Os equipamentos eram os primeiros a serem implantados no Brasil. O Exército os adquiriam também. Era o “Double Side Band” e acompanhei a fabricação viajando para São Paulo no trem com dormitórios que então existiam (que saudade) Tudo passou. A tecnologia ficou totalmente ultrapassada, a RFFSA foi extinta e eu aqui aposentado!

Momento histórico do associado, eng. Maurício Fernandes Gomes de Souza

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Queridos amigos da Família Aenfer. O que falar desse momento que todos, sem exceção, estamos vivendo? Agora é preciso escolher: ou você é totalmente engolido pelo medo, pelo instinto de sobrevivência, ou você decide ancorar-se na certeza de que tudo VAI PASSAR.

Não se paralisem nesse momento, tudo vai mudando devagar…e tudo passará.

Neste momento, nosso papel é nos agarrarmos à mais profunda consciência interna de amor, união e luz; é acreditar no poder criativo de cada ser humano e cuidar de si mesmo.

Para celebrar a vida, vamos recordar momentos que passamos juntos em nosso trabalho e na Aenfer?

A proposta da Aenfer é que cada um elabore um pequeno texto de até 20 linhas, utilizando fonte Times New Roman, tamanho 12, falando um pouco de algum momento relevante de sua trajetória profissional e nos envie para o e-mail aenfer.silmara@gmail.com , para que essa memória fique registrada em nosso site e não se perca com o tempo.

Se tiver alguma foto dessa época nos envie também.

A divulgação será pelo nosso site, mas todos serão avisados por whatsapp

e/ou e-mail.

Participem!

7 Comentários

  1. Talita F. Rodrigues disse:

    Boa tarde a todos!

    Que iniciativa boa!!! Assim está temos unidos por contando nossas experiências e relembrando momentos muito importantes de nossas vidas.

    Parabéns!!!

  2. Bacha disse:

    AENFER muito obrigado

  3. Luiz Eduardo Pires e Albuquerque disse:

    Felicito a AENFER pela oprtuna iniciativa.

  4. jose carlos sciammarella disse:

    otima iniciativa.
    que bom ver a estoria do colega Mauricio..

  5. Mauricio F G de Souza disse:

    Excelente os comentários.
    De cada um espero lera sua história

  6. Elpídio de Menezes Andrade disse:

    Parabéns, adorei as histórias de nossos colegas vou lembrar de algo com a do KM 135, os termos usados no dia dia que os novatos sofriam

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